07/07/2017

Novidade Porto Editora | O Sangue da Virtude – Parte I | Terry Goodkind

A Porto Editora publica a 13 de Julho O Sangue da Virtude – Parte I, o novo capítulo da saga A Espada da Verdade, de Terry Goodkind. O lançamento da Parte II está previsto para Setembro deste ano.
Este é o quarto livro da saga que se iniciou com A Primeira Regra dos Feiticeiros e prosseguiu com A Pedra das Lágrimas (ambos divididos em Parte I e II), estando já traduzida para 20 línguas e somando mais de 26 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo.

O Sangue da Virtude – Parte I
Terry Goodkind
Tradução: José Remelhe
376 Páginas

Richard aceita o seu novo papel: um homem nascido com o dom e destinado a ser um feiticeiro guerreiro. Contudo, nas terras dos dois Mundos, nem todos encaram a magia com bons olhos. O Sangue da Virtude, uma seita formada por mercenários fanáticos, para quem a magia é o meio através do qual o Guardião influencia os homens, tem como missão enviar para o mundo dos mortos todos os seres mágicos.
A destruição da Grande Barreira tem consequências que nem um seeker poderia prever – a Ordem Imperial, o governo do Velho Mundo, avança com os seus exércitos para conquistar o Novo Mundo. A única opção de Richard para deter a invasão é reivindicar a sua herança, unindo todos os reinos sob uma só lei – um pacto entre a magia e o aço – e uma só autoridade – a do único homem que, nascido para a verdade, foi tocado pela morte e cuja ira, libertada, pode finalmente trazer o equilíbrio aos Mundos.


Terry Goodkind nasceu em 1948 em Omaha, no Nebrasca. Em 1994 publicou o primeiro livro da série de fantasia épica A Espada da Verdade, que viria a ter um sucesso retumbante, com mais de 26 milhões de exemplares vendidos e traduções em mais de 20 línguas.

Muita ação, personagens cativantes e cenários construídos com requinte e inteligência.
Booklist

Tudo o que podíamos exigir de uma fantasia épica.
Publishers Weekly

Os talentos de Goodkind para a construção de cenários e caracterização de personagens são novamente apresentados nesta sequela de A Primeira Regra dos Feiticeiros.
Library Journal

Opinião | A Química dos Nossos Corações | Krystal Sutherland

Henry Page não esperava apaixonar-se. Considera-se um romântico, mas nunca viveu aquele momento em que o tempo para, a barriga se enche de borboletas e a música começa a tocar, sabe-se lá onde. Pelo menos, até ao momento. Então, conhece Grace Town, a esquiva nova colega de escola, que se veste com roupa de rapaz demasiado grande, apoia-se numa bengala, parece tomar banho poucas vezes e esconde segredos desconcertantes.

Não é bem a rapariga de sonho que Henry esperava, mas quando os dois são escolhidos para coordenar o jornal da escola, a química acontece. Depois de tantos anos a salvo do amor, Henry está prestes a descobrir como a vida pode seguir um caminho tortuoso e como, por vezes, os desvios são a parte mais interessante desse mesmo caminho. Uma estreia brilhante que equilibra humor e corações partidos, lembrando-nos de como o primeiro amor pode ser agridoce.

(Pode conter spoilers)
Antes de mais, quero deixar aqui a minha opinião à capa deste livro. É absolutamente linda! Simples, mas dinâmica e as cores vibrantes. Adoro a forma como as capas dão movimento às palavras que compõem o título. Uma das melhores e mais bonitas capas que tenho visto nos últimos tempos.
Em relação à história, tenho de dizer que ao longo da leitura fiquei sempre com sensações diversas e controversas. Se por um lado estava a adorar o facto de Henry se ter apaixonado verdadeiramente pela primeira vez, por outro lado estava a deixar-me zangada o facto de ele ter escolhido, possivelmente, a pessoa mais errada de sempre a quem dirigir o seu afecto. Há sempre um amor que por mais sincero e verdadeiro que seja, pode não ter sucesso a longo prazo. Por muito que Grace tivesse sofrido no passado, nada justificava o facto de ela o tratar como tratava. Num dia estava quase normal e deixava-o antever que podiam ser felizes os dois juntos e que ele a podia ajudar a ultrapassar o que quer que lhe tivesse acontecido, nos outros dias dava-lhe o tratamento de "gelo", recuando para uma Grace fechada e magoada que se distanciava de tudo e de todos, principalmente dele que sempre a apoiou e nunca a pressionou. Uma Grace que lhe mostrava e dava provas de que ele nunca poderia substituir o que ela tinha perdido.
Henry é o tipo de rapaz que todas as raparigas gostariam que as amasse. Era trabalhador na escola, cumpridor dos seus deveres, era muito inteligente, simpático e decente. Expressava-se melhor através da escrita do que por viva voz. Mesmo sem estar apaixonado completamente, era incapaz de magoar uma rapariga. Grace, por sua vez, era estranha. Ninguém sabia de onde ela tinha vindo, como ela era antes de ali chegar e porque razão não falava com ninguém e carregava sempre um ar de maltrapilha, vestida com roupas de rapaz e o cabelo completamente descuidado e com aspecto sujo. A bengala que a ajudava a caminhar também não ajudava na imagem. A mim admirou-me o facto de ele ter chegado a um ponto em que direccionou toda a sua vida e afecto para aquela pessoa. Provavelmente, até terá sido esse ar diferente e estranho que o atraiu tanto para ela, fazendo com que ele quisesse ajudá-la de alguma forma a ser a pessoa que era antes de ter ali chegado. 
Com alguma pesquisa, Henry e os seus melhores amigos, Lola e Murray, conseguem chegar ao motivo pelo qual Grace era aquela pessoa taciturna, sombria e complicada. Atenção que Grace também era muito inteligente e intensa. Tinha uma ideia muito passageira e leve da Vida, muito também por causa do que lhe havia acontecido uns meses antes. Algo de que gostei nela foi do facto de, apesar de tantos avanços e recuos, ela no final tenha tomado uma decisão que visava o bem estar e felicidade de Henry e não o próprio. Ao fim e ao cabo ela não era alguém egoísta e insensível. Apenas sentia demais tudo o que lhe acontecia e tudo o que se passava à volta dela.
Adorei conhecer os pais e a irmã de Henry. São realmente caricatos e a relação entre todos eles era mais uma relação de amizade do que outra coisa qualquer. Os pais não o sufocavam com regras e limites e ele fazia por não decepcionar os pais que tanto confiavam nele. Naquela família não havia mentiras nem segredos. Todos sabiam o que o outro era ou tinha sido. Momentos hilariantes entre ele e os pais e entre ele e a irmã (que toda a gente temia desde o tempo em que ela não era uma cirurgiã brilhante e andava no secundário).
Gostei imenso de que a autora tenha optado por ser Henry o narrador de tudo o que lhe aconteceu. É algo que ainda não se vê muito em livros deste género. 
Este livro para além de nos dar a conhecer a relação entre dois jovens, no auge da sua Vida, mostra-nos que, por vezes, há dores e perdas que não podem, nem devem, ser esquecidas ou substituídas. Há sempre alguém que fica preso na sua própria dor e que, por mais que tente, não se consegue livrar daquele sentimento de luto, de perda e de ausência. São pessoas que têm de ser compreendida e que têm de ter espaço para, pelo menos, viverem mais um dia. E acreditem que deve haver muitas pessoas assim na vida real e não apenas nos livros.

Recomendo!

"Além disso, como é que ela pode ser a tua alma gémea? Não me disseste que ela nunca tinha lido o Harry Potter? Queres mesmo passar o resto da tua vida com uma pessoa dessas? Quer dizer, pensa nos teus filhos, por amor de Deus. Em que tipo de ambiente é que eles iriam crescer com uma mãe assim?"
(Este exemplar foi gentilmente cedido pela Porto Editora em troca de uma opinião sincera)

06/07/2017

Opinião | Encontra-me | J.S. Monroe

Há cinco anos, Rosa percorreu o cais em plena noite, contemplou a água escura e turbulenta e saltou. Era uma jovem brilhante que estudava em Cambridge e acabava de perder o pai. a sua morte foi trágica, mas não inesperada.
Foi realmente isso que sucedeu?
As investigações determinaram que sim, mas Jar, o namorado de Rosa, não se dá por vencido. Vê Rosa em todo o lado: vislumbra o seu rosto no comboio, julga distinguir a sua figura na falésia. Está obcecado pelo desejo de demonstrar que continua viva. e eis que recebe um e-mail.
Encontra-me, Jar. Encontra-me antes que eles me encontrem.
Mas Rosa terá realmente morrido?
E se morreu, quem anda a brincar com os seus entes queridos?

(Pode Conter Spoilers)
Tenho de confessar que assim que vi este livro fiquei com a pulga atrás da orelha. Aos poucos vou começando a entrar no espírito dos livros misteriosos e dos thrillers (acho eu). Só espero nunca apanhar um que me desanime em relação a este género literário.
Ora bem, este livro deu-me algum gozo de ler. Primeiro porque, apesar de algumas pistas lançadas durante o livro, ficamos sempre na corda bamba em relação ao verdadeiro culpado de tudo, e segundo porque está escrito de uma forma simples e compreensível (o que para mim é óptimo porque ainda não estou muito familiarizada com termos criminais, policiais e afins).
Sobre a história deste livro, propriamente dita, Rosa, é uma jovem brilhante que perdeu o pai, o seu melhor amigo e o seu porto de abrigo, assim que começa o seu primeiro ano na Universidade de Cambridge em 2011 (a mesma universidade em que o seu pai também havia estudado). Foi dada como morta (suicídio) durante cinco anos, ainda que o seu corpo tenha permanecido desaparecido durante este tempo todo. No entanto, Jar, o namorado e o seu amor verdadeiro, jura a pés juntos e acredita piamente que a vê, viva, deambulando em alguns sítios por onde ele também passa. 
Nos últimos tempos isso vem acontecendo com mais frequência e mais recentemente no Underground de Londres. Todos lhe dizem que essas visões são devido ao stress da perda, do luto, mas Jar sabe e sente no seu intimo que Rosa não morreu e vai provar a toda a gente que ela está viva e que, provavelmente, foi tudo encenado para que todos pensassem que ela tinha mesmo morrido.
Apesar de todas as provas em contrário, Jar sempre acreditou que Rosa estava viva em algum lugar e nunca desistiu dela e nunca sequer deixou de amá-la intensamente (que fofo).
É exactamente esse amor e essa dedicação que vão fazer com que Jar se arrisque e lute para encontrá-la e salvá-la de qualquer perigo em que ela possa estar.
A situação fulcral e que foi o incentivo para Jar não desistir da sua busca pela sua namorada, foi quando a tia de Rosa, Amy, enviou-lhe um e-mail dizendo que tinha encontrado uma pasta encriptada de Rosa no seu portátil. Já por aí, Jar conseguiu perceber que algo não estava a bater certo. Uma pasta de Rosa no portátil da tia e ainda por cima encriptada? Porque razão? Será que ela sabia que corria perigo, de alguma forma?
O facto do seu apartamento ter sido vandalizado pouco depois de se ter apropriado do portátil de Amy, apenas confirmou que as suas desconfianças tinham fundamento. Havia alguém que também sabia que Rosa estava viva e não queria que ninguém soubesse disso ou queria encontrá-la primeiro.
Uma coisa leva à outra e quando Jar se apercebe, já há demasiadas pessoas envolvidas. Ele, Carl o seu melhor amigo, polícia, detectives, elementos do Governo, familiares e o engraçado é que quanto mais pessoas apareciam, mais ele tinha a certeza de que a ia encontrar.
A busca de Jar é, com toda a certeza, cheia de peripécias, mistério, armadilhas e perigo. Há vidas alheias envolvidas e o desfecho de toda esta história depende, em muito, da dedicação de Jar para com Rosa.
Adorei o facto de termos acesso às entradas no diário "digital" de Rosa, que também nos ajuda a entrar na trama e a termos sempre mais vontade de saber mais e mais até chegarmos ao final. 
Apesar de ter gostado muito deste livro, admito que foi lento o meu processo de ficar agarrada à leitura. O facto de haver algum romance à mistura (ainda que platónico pois era o amor de Jar pela sua Rosa perdida) ajudou-me a prosseguir e a não desistir deste livro!

Recomendo :)
(Este exemplar foi gentilmente cedido pela HarperCollins em troca de uma opinião sincera)

04/07/2017

Convite Oficina do Livro | Barca Velha | Ana Sofia Fonseca


Amores, crimes de sangue, fortunas, almas penadas, sonhos… Os segredos do mais conceituado vinho português.
Os socalcos encosta acima, o rio lá em baixo, as vinhas a perderem de vista. A terra mágica. Homens e mulheres a suarem na vindima, o mosto a fervilhar na adega. O glamour das vidas dos proprietários, a dureza da sina dos trabalhadores, a alquimia do calendário dos enólogos. Os mistérios das quintas e das caves de Gaia. A saga de D. Antónia Adelaide Ferreira, que se aventurou num mundo para lá do fim do mundo. O génio de Fernando Nicolau de Almeida. Contra tudo e contra todos, o sonho de um tinto de excepção, num tempo em que o país bebia zurrapa e ninguém imaginava o Douro Superior como berço de vinhos de mesa. E as aventuras de hoje – ambições, negócios, novos sonhos.
Estas são as histórias que fazem a história do Barca Velha. A singularidade do mais conceituado tinto português está tanto nas gentes que lhe dão alma, como nos segredos da sua receita. Surge em colheitas excepcionais – em 65 anos de existência conta apenas dezanove rótulos. É o único tinto que só chega ao mercado depois de uns oito anos a maturar em garrafa. E é o mais disputado nos leilões.
Através de uma pesquisa exaustiva e com a ajuda de muitos testemunhos, a autora Ana Sofia Fonseca leva-nos ao Douro e à intimidade de um vinho com histórias próprias de romance

Novidade Clube do Autor | Café Amargo | Simonetta Agnello Hornby


Acompanhando a vida de uma mulher que não se curva perante nada, este romance nasce na Sicília, mas transporta-nos até muito mais longe, com o estilo pormenorizado e o mesmo ambiente local que conquistaram os leitores de Elena Ferrante.

A protagonista é uma mulher de paixões, marcada também por vários sofrimentos que engole com altivez, como se fosse uma chávena de café amargo.

Booktrailer


Novidade Vogais | Dinastia: Ascensão e Queda da Casa de César | Tom Holland

O primeiro considerava-se o «favorito dos deuses», o segundo abriu as portas a uma época de terror, o terceiro fez da depravação a sua marca, o quarto morreu envenenado e o quinto ficou conhecido por ter ateado um dos maiores incêndios da história. Eis as glórias e tragédias dos imperadores da primeira dinastia do Império Romano, cuja lenda atravessou os séculos.

Envolta em exageros e falsidades, a família que transformou para sempre os destinos da Roma imperial é o tema de Dinastia: Ascensão e Queda da Casa de César, o novo livro de Tom Holland, um dos historiadores mais prestigiados do Reino Unido e autor de várias obras sobre a antiguidade clássica, como Fogo Persa, Rubicão ou Milénio.

Recém-editado pela Vogais, Dinastia retrata a ascensão e queda da Casa de César. São mais de 500 páginas de leitura compulsiva, num relato empolgante que já mereceu o aplauso da crítica e da academia. «Uma maravilhosa narrativa que deve ser lida por todos os que se interessam por história, política e natureza humana», defendeu Boris Johnson, ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido, no jornal Mail on Sunday. «Um relato magistral desse primeiro e perverso século do Império Romano», louvou Adam Nicolson no Sunday Times. «Absolutamente vertiginoso», escreveu Tim Stanley no History Today.

A Vogais disponibiliza os primeiros capítulos para leitura aqui.

O retrato da família que transformou o Império Romano para sempre
Augusto | Tibério | Calígula | Cláudio | Nero

Primeiro governada por reis, Roma tornar-se-ia uma república. Mas no fim, após conquistar o mundo, a república desmoronou-se. Roma afogou-se em sangue. As guerras civis foram tão terríveis, que o povo romano acolheu de bom grado o governo de um autocrata que lhes poderia dar a paz. «Augusto», o seu novo senhor, intitulava-se «O Divino Favorito».
O fantástico esplendor da dinastia fundada por Augusto nunca esmoreceu. Nenhuma outra família se compara em fascínio com a sua galeria de personagens: Tibério, o grande general que acabou os seus dias como um recluso amargurado, célebre pelas suas perversões; Calígula, o mestre da crueldade e humilhação; Agripina, a mãe de Nero, cujas manobras levaram o filho ao poder, e que acabaria por morrer por ordem dele; Nero, que pontapeou a mulher grávida até à morte, que se casou com um eunuco, e que ergueu um palácio de prazer no centro dos escombros de uma Roma destruída pelo fogo.
Tom Holland é autor de Rubicão, O Triunfo e a Tragédia da República Romana (ed. Aletheia, 2008), que ganhou o prémio Hessell-Tiltman for History e fez parte da shortlist do prémio Samuel Johnson. Persian Fire, a sua história das guerras Greco-Pérsicas, ganhou o Prémio Anglo-Hellenic League’s Runciman em 2006.
Já adaptou obras de Homero, Heródoto, Tucídides e Virgílio para a BBC. Em 2007, foi o vencedor do prémio Classical Association, atribuído ao «indivíduo que mais fez pela promoção do estudo da língua, literatura e civilização das antigas Grécia e Roma». É apresentador do programaMaking History na BBC Radio 4. 

Saiba mais sobre o autor em: www.tom-holland.org

Novidade Guerra & Paz | A Cura para o Cansaço | Linda Hawes Clever | Espaço Saúde

Livre-se do cansaço. 
Redescubra o prazer de viver em quatro passos!
CURA PARA O CANSAÇO
Linda Hawes Clever
208 páginas
Não Ficção/Alimentação, Saúde e Bem-Estar

Nas livrarias a 5 de Julho

Sente-se esgotado? Enerva-se facilmente? O seu nível de energia já não é o mesmo que antes? A sua vida não é mais do que uma lista interminável de tarefas? Se alguma destas questões lhe é familiar, A Cura para o Cansaço é para si! A Dra. Linda Hawes Clever, professora de Medicina na Universidade da Califórnia e fundadora do projecto RE­NEW, apresenta um guia claro e simples para cuidar de si por dentro e por fora. Com dicas e conselhos, ferramentas de auto-avaliação e exercícios práticos, este livro apresenta-lhe a receita para uma vida saudável e plena de significado. Em apenas quatro passos, a autora ensina a reencontrar o equilíbrio perdido, evitar doenças, redefinir prioridades e, mais importante, a recuperar saúde e felicidade no seu dia-a-dia. Não espere mais. Troque as voltas ao cansaço e siga em frente com um estilo de vida autêntico. A Cura para o Cansaço chega às livrarias a 5 de Julho, com tradução de Pedro Santos Gomes.

01/07/2017

Cover Reveal | Damned | Alexandrea Weis & Lucas Astor | XpressoBook Tours


Damned 
by 
Alexandrea Weis & Lucas Astor 
October 3rd 2017
Adult, Supernatural

Over a hundred years after the death of Magnus Blackwell, Altmover Manor sits abandoned.
Lexie Arden and her fiancée, Will Bennet, are determined to rescue the neglected Mount Desert Island landmark. They want to make Altmover Manor their home. But Magnus has other plans.
A spirit bound to his former residence, Magnus finds himself inexplicably drawn to the young woman. She has a supernatural gift; a gift Magnus wants to exploit.
As Lexie and Will settle in, secrets from Magnus’s past begin to surface. Compelled to learn all she can about the former owner, Lexie becomes immersed in a world of voodoo, curses, and the whereabouts of a mysterious dragon cane.
Magnus’s crimes won’t be so easily forgotten, and what Lexie unearths is going to change the future … for everyone.


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About The Authors
Lucas Astor is from New York, has resided in Central America and the Middle East, and traveled through Europe. He lives a very private, virtually reclusive lifestyle, preferring to spend time with a close-knit group of friends than be in the spotlight.
He is an author and poet with a penchant for telling stories that delve into the dark side of the human psyche. He likes to explore the evil that exists, not just in the world, but right next door behind a smiling face.
Photography, making wine, and helping endangered species are just some of his interests. Lucas is an expert archer and enjoys jazz, blues, and classical music.
One of his favorite quotes is: “It’s better to be silent than be a fool.” ~Harper Lee (To Kill a Mockingbird)

Alexandrea Weis is an advanced practice registered nurse who was born and raised in New Orleans. Having been brought up in the motion picture industry, she learned to tell stories from a different perspective and began writing at the age of eight. Infusing the rich tapestry of her hometown into her award-winning novels, she believes that creating vivid characters makes a story memorable. A permitted/certified wildlife rehabber with the Louisiana Wildlife and Fisheries, Weis rescues orphaned and injured wildlife. She lives with her husband and pets in New Orleans.