08/08/2022

Opinião | Scarlet | Crónicas Lunares | Leitura Conjunta | Marissa Meyer | Editora Planeta


Cinder elabora um plano para fugir da prisão e, se for bem-sucedida, irá tornar-se a fugitiva mais procurada da Comunidade. Do outro lado do mundo, a avó de Scarlet Benoit desapareceu. Scarlet entra em pânico e, na sua busca, acaba por descobrir que existem muitas coisas sobre a avó que desconhece, assim como ignorava o grave perigo que correu toda a vida. Quando Scarlet encontra Wolf, um lutador de rua que poderá ter informações sobre o paradeiro da avó, sente-se relutante em confiar nele, mas ao mesmo tempo sente-se inexplicavelmente atraída. Scarlet e Wolf tentam desvendar o mistério do desaparecimento da avó, mas deparam-se com outro quando encontram Cinder. Além de todos os problemas em que estão mergulhados, ainda terão de antecipar os passos da maléfica rainha Levana, que fará qualquer coisa para que o belo príncipe Kai se torne seu marido, seu rei, seu prisioneiro.

GoodReads

    Que feliz eu estou por ter avançado nesta saga maravilhosa! Depois de Cinder, o primeiro volume da Saga Crónicas Lunares, avançamos, também em Leitura Conjunta, para este Scarlet que, não só nos explica algumas coisas que fomos descobrindo aqui e ali no primeiro volume, mas nos traz também ele, muitas descobertas. E que descobertas!!
    
    Numa fase em que Cinder está presa e foi completamente desmascarada por Kai, o agora Imperador da Nova Pequim, é imperativo que ela consiga escapar para poder fazer frente e conseguir destruir todos os planos maquiavélicos da Rainha má, Levana. No entanto, do mesmo modo que no primeiro livro conhecemos Cinder, neste temos o prazer de conhecer mais algumas personagens que nos vão maravilhar tanto pelo seu papel nesta saga toda, como pelas suas personalidades intensas e dedicadas.
    No seu plano de fuga, Cinder ganha um aliado inesperado. O atraente e jovem capitão Thorne, que está preso por vários crimes militares, mas que também não aprecia muito estar nos calabouços do palácio. Na sua fuga, Cinder e Thorne, ao invés de irem para África, tal como ela havia sido instruída pelo médico do palácio, vão atrás de uma senhora em França, Michelle Benoit, em busca de informações importantes do passado de Cinder, que podem ditar um futuro completamente diferente, não só para Nova Pequim, mas para toda a Terra. Simultaneamente, temos acesso à história paralela de Scarlet, a neta espevitada de Michelle Benoit, que anda desesperadamente à procura da avó desaparecida há mais de uma semana. Também Scarlet ganha um aliado inesperado nesta sua demanda, Wolf (adoroooo), um homem (será ?) misterioso e que conta com poderes que Scarlet não imaginava que fossem sequer possíveis num ser humano. 
    O melhor deste livro? É quando estas quatro criaturas se cruzam e se conhecem, aliando cada uma das suas personalidades e capacidades, tanto fisicas como mentais, ao mesmo objectivo. Encontrar a avó de Scarlet e ajudar Cinder a enfrentar a Rainha Levana.
    Este segundo livro, pareceu-me mais recheado de acção e de descobertas, sendo que os momentos entre Thorne e Cinder foram todos inesquecíveis e hilariantes. Scarlet e Wolf, surpreendentemente, trazem aquele ar a romance que esta história precisava, já que entre Cinder e Kai, as coisas estão absolutamente divididas e meio enterradas no coração e na memória de um e de outro (pelo menos, por enquanto).
    No entanto, para além de todas essas novas personagens, temos também o regresso da nossa querida Iko. A companheira inseparável de Cinder, que, desta vez, terá um papel importantíssimo. Continua fofa e imparável, não interessa onde é instalada e em que receptáculo está.
    A meu ver, este segundo livro, apesar de ser mais sobre Scarlet, desvenda muitos factos sobre Cinder e o seu passado, que mais ninguém fazia sequer ideia. Isso faz toda a diferença, pois, para além de não perdermos pitada sobre o que acontece com a nossa pequena Cinder, a estrela da companhia, também vamos conhecendo outras personagens que só enriquecem ainda mais esta saga magnífica. 
    Lunares, humanos, lobos, lunares modificados, intrigas e traições fazem deste livro uma tesouro que tem de ser partilhado e espalhado o quanto possível.

Recomendo!
Recomendo!!
Recomendo!!!

#rumoaoterceirovolume

05/08/2022

Opinião | Um Mestre No Amor | Kendall Ryan | TopSeller

 

Ela precisa de umas aulas na arte do amor.
Ele é o mestre ideal.

Para trabalhar algumas das minhas competências, pedi ajuda ao meu melhor amigo…

Depois de uma despedida de solteira muito desconfortável, na qual fui confrontada com a minha falta de experiência sexual, decidi que estava na hora de mudar essa situação. Se sempre fui excelente em tudo o que faço, porque não começar a treinar as minhas competências na arte do amor? E quem melhor para me ajudar do que o meu amigo Slate?

Ele nunca tem dificuldade em arranjar companhia feminina, e eu só preciso de alguém com quem praticar. Nenhum de nós está à procura de uma relação séria. Sendo assim, o que é que pode correr mal? Só precisamos de garantir que a nossa amizade não vai sofrer com isso.

O nosso acordo parecia perfeito. Até trocarmos o beijo mais maravilhoso da minha vida e eu começar a perceber que talvez o Slate seja mais do que um amigo para mim.

Agora nunca mais vou conseguir pensar nele da mesma maneira!


    Tenho de confessar e dizer-vos que, quando acabei de ler, não dei as quatro estrelas. No entanto, enquanto escrevia esta opinião (sim, tive de voltar cá acima e reescrever o início), fui reparando que eram mais os aspectos positivos do que os negativos. Quais? Ora eu digo:
    Gostei imenso da amizade pura e sincera que unia Keaton e Slate, já há vários anos. No entanto, apesar de ela ser extremamente atraente e ele ser íman de mulheres, como é que nunca lhes passou pela cabeça passar ao nível seguinte? Será que iam ficar sempre na zona da amizade? Sabem aquela máxima de que um homem e uma mulher nunca podem ser amigos? Pois, não é que concorde com ela, mas em casos como os de Keaton e Slate, adapta-se perfeitamente, pois eles são uma bomba nuclear prestes a rebentar e até mesmo os amigos mais próximos de ambos não entendem como eles não são um casal. 
    Gostei imenso da ideia inicial. Embora uma mulher inteligente e sexy não deva ser julgada pelas suas performances sexuais ou pelo que sabe ou não fazer nesse campo da vida, acho válido ela sentir-se um pouco humilhada ou envergonhada por ser menos experiente que as amigas que tem. No entanto, pedir ajuda sexual ao melhor amigo, que é nada mais, nada menos do que o mulherengo de serviço, não me parece que vá resultar bem. Por terem a amizade que têm, ele vai ser sempre parcial no que diz respeito a arranjar homens para ela e ela vai acreditar sempre naquilo que ele lhe disser ou aconselhar. De qualquer maneira, não ia dar certo.
    Gostei da forma como ele sempre, sempre trata dela, mesmo antes de começar a sentir algo mais do que amizade. Conhece-lhe as manias, os feitios, o que ela gosta de comer, como e quando. Sabe quando ela está triste e sabe sempre o que lhe dizer quando ela precisa. Ela, por sua vez, sendo a nerd que é, consegue ser mais distraída do que ele, embora também esteja sempre presente para ele nas vezes que ele precisa.
    Gostei da forma como a autora escreve. De uma forma leve e fluída, ela consegue criar personagens com personalidades divertidas e humor mordaz, algo que eu gosto muito num livro. Personagens desafiantes a nível mental e sentimental, que, ao longo do livro vão amadurecendo e acabando por ser ainda melhores.
    Quais os pontos negativos? Não sei se se podem designar de pontos negativos ou apenas menos apelativos. A forma demasiado rápida como eles passam de uma relação de amizade para uma relação sexual. No entanto, admitir que se amavam para além da amizade, foi um processo mais moroso e, algumas vezes frustrante. Se era para ser um processo rápido, e aí teríamos mais deles como casal verdadeiramente, então teria de ser em todas as fases. Em algumas partes do livro fiquei sempre com a sensação de que havia coisas que aconteciam assim meio do nada. Contudo, quem já leu os livros anteriores de Kendall Ryan, diz que é a forma mesmo que ela escreve.
    Capítulos muito grandes. Sei que para muitos leitores isso não é problema, mas para mim é. Na leitura sou um pouco obsessiva-compulsiva e, se tenho de deixar um capítulo a meio porque apareceu algo mais urgente para fazer, deixa-me com os nervos em franja. Já não posso dizer "vou só acabar o capítulo", e sou obrigada a deixar a meio ou numa parte fulcral. Depois quando regresso à leitura tenho de ler o capítulo todo de início. 

    Resumindo: 
Livro super fofo, com cenas mais quentes q.b. e sem sequer roçar o pornográfico, o que é refrescante, tendo em conta como, hoje em dia, acho que se exagera nas cenas eróticas. Sejamos práticos. Para quê cenas de sexo mirabolante? Gosto que aqui neste livro, as cenas de sexo sejam simples e, ao contrário de mirabolantes, sejam intensas. Que passem aquela emoção que as personagens. com certeza estão a sentir. Rápido de ler e traz, no final, aquele quentinho no coração que, hoje em dia, tanto precisamos.

Recomendo!

02/08/2022

Opinião | Cinder | Crónicas Lunares | Leitura Conjunta | Marissa Meyer | Editora Planeta

 
Com dezasseis anos, Cinder é considerada pela sociedade como um erro tecnológico. Para a madrasta, é um fardo. No entanto, ser cyborg também tem algumas vantagens: as suas ligações cerebrais conferem-lhe uma prodigiosa capacidade para reparar aparelhos (autómatos, planadores, as suas partes defeituosas) e fazem dela a melhor especialista em mecânica de Nova Pequim. É esta reputação que leva o príncipe Kai a abordá-la na oficina onde trabalha, para que lhe repare um andróide antes do baile anual.

Em tom de gracejo, o príncipe diz tratar-se de «um caso de segurança nacional», mas Cinder desconfia que o assunto é mais sério do que dá a entender.

Ansiosa por impressionar o príncipe, as intenções de Cinder são transtornadas quando a irmã mais nova, e sua única amiga humana, é contagiada pela peste fatal que há uma década devasta a Terra. A madrasta de Cinder atribui-lhe a culpa da doença da filha e oferece o corpo da enteada como cobaia para as investigações clínicas relacionadas com a praga, uma «honra» à qual ninguém até então sobreviveu. Mas os cientistas não tardam a descobrir que a nova cobaia apresenta características que a tornam única. Uma particularidade pela qual há quem esteja disposto a matar.

    Primeiro livro da saga "Crónicas Lunares" de Marissa Meyer. Todos nos recordamos da tradicional história da Cinderela, certo? Apesar de não ser um dos meus contos infanto/juvenis preferidos, tive-o sempre na memória, muito por causa dos vestidos e dos ratinhos amorosos que ajudavam a Cinderela a sobreviver mais um dia. 
    Pois, aqui neste Cinder, não temos nem vestidos extra glamorosos, nem os ratinhos fofinhos para ajudar a nossa pequena Cinder. Muito pelo contrário. Consigo perceber o porquê de se dizer que esta é a nova história da Cinderela. Temos uma jovem que desde muito pequena aprendeu a sofrer abusos e maus tratos na própria família de acolhimento, temos uma madrasta má como as cobras e, apesar de não ter duas irmãs más, temos duas irmãs, sendo que uma é boazinha e a outra é um *nojo, temos um princípe, Kai, que, ao primeiro contacto, virou a cabeça de Cinder do avesso e temos uma rainha/bruxa má, como não podia deixar de ser. Temos o elenco todo.
    Consegui captar a vossa curiosidade? Pois então, não vos vou contar tudo e estragar a vossa leitura, porque eu sei que vão querer ler esta saga inteira. Mas, deixem-me só falar mais um pouquinho.
Esta foi a minha segunda vez a ler este livro e, novamente, fi-li em leitura conjunta. Desta vez, com vários bookstagramers, o que tornou a leitura muito mais divertida e prazerosa (ainda mais). Se já tinha gostado da primeira vez que li, desta vez ainda gostei mais pois, ao longo da leitura fui-me apercebendo de pormenores que antes não tinha captado.
    Cinder é uma mecânica, da cidade de Pequim, metade humana, metade ciborgue. Vive sob a guarda da sua madrasta (guardiã) Adri e tem Pearl (a irmã má) e Peony (a irmã boa). Foi adoptada algures na Europa pelo marido de Adri, que entretanto, morreu devido à Letumose (uma doença contagiosa que se propaga por todos os cidadãos daquela cidade). Ao longo da história, e apesar de Cinder ser ciborgue, reparamos que toda ela é sensações e sentimentos. Apaixona-se pelo Príncipe Kai, que entretanto também perdeu o seu pai, o Rei, para a Letumose e, sofre com cada perda humana para a doença que se alastra rapidamente por toda a população mundial. Em vista a uma paz terrestre, Kai tem de casar-se com a Rainha Levana, Rainha da Lua, ou como eles tantas vezes referem, Rainha Lunar. Quando Levana aparece em cena, acabo por não conseguir discernir muito bem quem é a rainha má da história da Cinderela. Se Adri (A guardiã de Cinder), ou se Levana. A única diferença entre as duas é que uma é rainha e a outra é só ambiciosa e maldosa.
    Por todo o reino, os lunares são criaturas não bem-vindas à Terra e quando Kai dá a entender que tem de casar-se com a rainha, todos os habitantes ficam revoltados.
Kai não tem noção de que Cinder é uma ciborgue e apaixona-se por ela, dificultando em muito, as intenções de se casar com outra, ainda por cima alguém que ele detesta. No entanto, Cinder não é só ciborgue, as suas origens vão muito para além do que toda a gente pensa e, como sempre, vai ficar tudo ainda mais difícil para a nossa pequena mecânica.
    Grandes descobertas sobre Cinder são feitas durante o livro (não vos vou spoilar, porque não gostaria que o fizessem comigo), mas a partir do 5º capítulo, mais ou menos, já estava completamente "dentro" da história.
A escrita de Marissa Meyer é muito boa, tendo em conta que tem de, obrigatoriamente, usar termos técnicos de robótica. Termos esses que chegam até nós, leitores, de uma forma muito simples e compreensível, nada de termos de nos enredar o cérebro, até porque era mesmo disso que eu tinha receio. Tal não se veio a verificar.
    Apesar de não ter gostado muito do final, entendo que tenha sido um final necessário para conseguir ter a sua continuação no livro seguinte.
    Quer o meu coração romântico que Kai seja alguém mais assertivo e lutador. Alguém que mereça tanto o reino pelo qual está disposto a abdicar da sua própria vida, como o coração de Cinder que, desde que o conhece, se apaixonou por ele.    

    Espero que tenham ficado com vontade de ler este livrinho delicioso e que consigamos fazer com que a saga seja toda publicada cá em Portugal.

Novidades Saída de Emergência | Evie Dunmore | Simon Scarrow | Victoria Aveyard

Entrar em conflito com um perturbador escocês é arrojado para uma sufragista, mas quando ele é o seu inesperado marido, o que deve a relutante noiva fazer?

Hattie está encurralada. Apesar de ser herdeira de um império financeiro, o que a jovem mais deseja é o reconhecimento como artista e encontrar o verdadeiro amor. Contudo, um equívoco vai ligá‑la para sempre a Lucian Blackstone, um sombrio e implacável banqueiro que pode colocar um ponto final nas suas ambições.
Lucian tem um passado obscuro, uma vasta riqueza, mas pouco poder. E Hattie, filha do seu rival, pode ser a chave para ele alcançar o que sempre quis e pôr em marcha uma vingança antiga. Quando o seu plano de sedução leva a um casamento de conveniência com essa romântica incurável, uma inesperada viagem à Escócia mostra‑lhes que, afinal, ambos poderão ter tudo o que sempre quiseram — se estiverem dispostos a confiar nos seus corações. Mas é mais fácil dizer do que fazer…

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Na Britânia, o perigo espreita a cada esquina para os bravos soldados romanos…

Quinze anos depois da invasão da Britânia, o centurião Macro está de regresso à ilha. Com a situação política estável, o seu objetivo não é lutar, mas ajudar a gerir a estalagem da mãe. O tempo sombrio e os modos bárbaros da população não o assustam, mas há situações bem mais perigosas que ameaçam os seus planos.
Um bando liderado por um ex-legionário governa a cidade, exigindo dinheiro a troco de proteção e aterrorizando quem não paga. O oficial romano responsável prefere ignorar o que se passa, e Macro percebe que tem de agir. Contudo, ele precisa de apoio, e quem melhor do que o prefeito Cato? Mas Cato está em Roma… Estará realmente?
Enquanto as ruas se tornam vermelhas do sangue, os heróis do exército enfrentam um inimigo tão implacável e astuto como qualquer tribo bárbara. Agora, a honra de Roma está nas suas mãos.

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O regresso ao mundo fascinante e implacável de Rainha Vermelha

Com Trono Partido, Victoria Aveyard oferece-nos uma visão completamente nova do mundo obscuro e perigoso de Norta, dos reinos vizinhos e das personagens mais queridas da icónica série Rainha Vermelha.

Com mapas exclusivos, registos sobre a história de Norta e detalhes inéditos, Trono Partido é uma coletânea de textos sobre a lealdade, o poder, a amizade e as escolhas difíceis entre o coração e a razão num mundo em conflito. Cal, Mare, Maven, mas também Coriane, Farley e Evangeline estão de regresso para nos mostrar que, apesar das dificuldades, a esperança é o farol que nos deve guiar e estar sempre presente nas nossas vidas.

27/07/2022

Opinião | My Skylar | Penelope Ward

Da autora do romance best-seller da Amazon nº 1, Jake Undone, vem uma história de desejo, paixão, traição e redenção de amigos para namorados... com uma reviravolta que vai partir-lhe o coração.

Skylar era a minha melhor amiga, mas eu secretamente ansiava por ela. Uma coisa após a outra nos manteve separados, e passei a última década com medo de perdê-la para sempre.
Primeiro, foi o cancro, mas ela sobreviveu apenas para enfrentar o impensável em minhas mãos. Por minha causa, ela saiu da cidade. Durante anos, pensei que nunca mais a veria.

Mas agora ela está de volta... e morando com ele.

Eu não a mereço depois de tudo que a fiz passar, mas não posso viver sem ela. Esta é minha última oportunidade, porque ela está prestes a cometer o maior erro de sua vida. Posso ver nos olhos dela: ela não o ama. Ela ainda me ama... e é por isso que tenho que impedi-la antes que seja tarde demais.

My Skylar é um romance STANDALONE e um companheiro para Jake Undone.

**Contém conteúdo sexual explícito e linguagem áspera. É apropriado apenas para leitores adultos com mais de 18 anos

GoodReads

    Apesar de ter gostado muito deste livro e desta história, não consegui chegar às quatro estrelas. As personagens são intensas e cheias de essência as duas juntas, mas, ao mesmo tempo, são algo contraditórias. A meu ver, perderam demasiado tempo com questões minimas e desperdiçaram tempo e momentos que poderiam muito bem ter sido aproveitados para estarem juntos.
    Skylar e Mitch conhecem-se ainda na fase infantil. Ela consegue puxá-lo para cima quando ele se sentia mais em baixo por causa do divórcio dos pais. Naquele Verão em que ele foi para a casa da avó e conheceu Skylar, a menina desengonçada de tranças loiras, foi um momento demasiado difícil para ele e, quando ainda nem tinha acabado o verão o pai o foi buscar e ele teve de se separar de Skylar sem sequer se poder despedir dela, ainda mais difícil ficou.
    Entretanto, os anos passaram e quis o destino que eles se reencontrassem na adolescência, quando, desta vez, será ela que vai passar por uma fase conturbada. Por serem amigos, melhores amigos, decidem ambos que, apesar da atracção que sentem um pelo outro, não se vão envolver para não correrem o risco de estragar a relação que têm. Já por aí as coisas para mim começaram a não fazer sentido. Qualquer boa relação de cariz romântico, tem de ter por base uma boa amizade, confiança e cumplicidade. Porque razão haveriam de começar algo pensando já que iria acabar e estragar tudo?     Decidiram envolver-se com outras pessoas, apesar de gostarem tanto um do outro. Já seria de esperar que, um dia, eles iam deixar de resistir e assumir que não podiam passar um sem o outro e que não suportavam sequer pensar que houvesse outras pessoas na vida um do outro. Contudo, depois de perderem tanto tempo com questões parvas, ela fica doente, muito doente e durante bastante tempo. A separação foi inevitável, por causa dos tratamentos duros e recuperação lenta, apesar de continuarem a ser namorados. Quando ela vem a curar-se, bastante tempo depois de assumirem o namoro, têm de se separar novamente porque ele entrou numa boa universidade. O mais parvo é que nem foi por isso que eles decidem seguir por caminhos diferentes e sim porque ela sentia ciúmes de todas as raparigas que andassem à volta dele e que ele, garantidamente, nem sequer olhava ou sentia fosse o que fosse.
    Seria de esperar que, duas pessoas que se conhecem e se complementam tão bem, conseguissem superar todos os obstáculos... primeiro foi a pouca idade, depois a doença dela, depois a insegurança causada pelos ciúmes doentios dela, e depois? Anos depois, um filho dele aparece em cena. A juntar ao facto de que ela está noiva de outra pessoa, o reencontro dos dois, depois de tantos anos passados, vai ser tudo menos fácil.
    Houve muitos aspectos que gostei neste livro. O amor dos dois (gigante e puro), a força dos dois em seguir em frente ainda que tudo lhes mandasse abaixo, a capacidade que tiveram ambos de se perdoarem a si mesmos pelos erros do passado, a ternura dos dois sempre que estavam juntos, o facto de ele ter podido ficar com um filho lindo, embora com algumas particularidades especiais, as personagens secundárias que estiveram sempre lá para eles e a forma como eles conseguem ir contra todas as probabilidades e tentarem ficar juntos. Contudo, também foram muitas as coisas neste livro que me deram "comichão" ... O tempo perdido por coisas demasiadamente sem importância, o pára-arranca presente em quase todo o livro... quando um decidia que sim, o outro decidia que não, nunca estando em sintonia de vontades e decisões, a forma como deixaram que tudo se metesse no meio dos dois. 
    Adoro a autora, mas este não é um dos seus melhores livros... é bom para quando não se tem mais nada que apeteça ler, mas não é inesquecível. Com isso, não quero dizer para não lerem, por não me ter enchido as medidas como os anteriores que li dela, não quer dizer que as outras pessoas não adorem :)
    
    Dito isto, acho que este livro merece que lhe sejam dadas muitas oportunidades :)
         

22/07/2022

Opinião | Se Fosse Perfeito | Colleen Hoover | TopSeller




Poderá uma história de amor perfeita sobreviver a tudo?

Quinn e Graham conheceram-se numa situação em que nenhum dos dois se queria encontrar. Não foi um início digno de conto de fadas, mas o sentimento que os uniu foi mais forte do que o sofrimento e o desgosto que haviam partilhado.
Anos mais tarde, o amor perfeito que sentem um pelo outro é ameaçado pelas imperfeições da vida a dois. As recordações, os erros e os segredos que durante muito tempo foram acumulando estão agora a afastá-los cada vez mais.
E a única coisa capaz de salvar o seu casamento poderá transformar-se num inevitável ponto de ruptura.


    Mais um grande livro da nossa Colleen Hoover. Se dúvidas havia de que ela era capaz de escrever uma história para os mais "crescidos", aí está a prova de que é muito capaz disso e de muito mais.
    Quando escrevo opiniões sobre os livros da Colleen tenho sempre algum receio de cair em repetição, porque, confesso sou uma fã acérrima desta autora e, para mim, é simplesmente impossível ela escrever algum livro que eu não vá gostar. É já um dado adquirido!
    Este livro traz-nos a história de Quinn e Graham. Um casal que se conhece sob cirtcunstâncias dolorosas tanto para um como para o outro. A conexão entre os dois foi imediatamente reconhecida e, apesar de não terem ficado logo juntos, não levou muito tempo a que o destino os quisesse juntar.
    Desde que se conheceram, o amor deles foi perfeito. Aquele amor que toda a gente quer encontrar. A cumplicidade de quem se conhece até ao mais infímo pensamento e o entendimento entre os dois é praticamente total. No entanto, a história deles os dois está longe de ser perfeita. Como na vida real, por mais amor que tenhamos, por melhor sucedidos que sejamos e por mais felizes que sejamos com a pessoa que amamos, há sempre algo que impede a felicidade completa.
    Uma história de amor que nos destrói aos poucos, mas, ao mesmo tempo, consegue ensinar-nos que, embora a vida não seja perfeita, porque nada o é, na verdade, temos de aprender a ser felizes com as nossas imperfeições e as dos outros que nos rodeiam.
    Com o passar dos anos e muitas tentativas depois, Quinn e Graham deparam-se com o maior obstáculo que a vida a dois poderia colocar-lhes. A vontade de aumentar a família torna-se algo vital para eles, mas, no percurso algo se perde e o amor que eles sentiam um pelo outro esconde-se e é absorvido pelo pesar, pela dor, pela perda de algo que nunca haviam de conseguir ter. Uma coisa leva a outra e quando Graham vacila, Quinn perde-se por completo na sua infelicidade e auto comiseração. Tinham sido tantas as tentativas, tantas as esperanças que todos os meses que a desilusão aparecia, que Quinn fechava-se para tudo e todos e mascarava a dor com indiferença e infelicidade. Graham, por sua vez, apesar do que acontecera, nunca desistiu de Quinn e do casamento que estava a ir por água abaixo. Na tentativa de fazer Quinn perceber que não era só ela que sofria pelo facto de não conseguirem conceber, ele vai mostrar a ela que o amor que outrora sentiam um pelo outro e que ainda existe algures escondido, é o suficiente para ele. Ela é o suficiente para ele ser feliz. A forma como Colleen nos mostra a imperfeição das nossas vidas, é absolutamente magistral. Consegue, de alguma forma, fazer com que, através do passado dos dois, Graham consiga resgatar Quinn daquele fundo de tristeza, desilusão e dor onde ela se encontra há tanto tempo e para onde ela o havia puxado também. 
    O que nos ensina esta história? 
A mim trouxe-me a confirmação de que, por mais que o amor seja grande e absoluto, nenhum casamento ou nenhuma relação é perfeita. Não adianta mostrarmos aos outros que somos imensamente felizes e que temos a relação perfeita, quando a própria vida não o é. Há momentos bons, momentos maus, momentos de alegria, momentos de tristeza, de êxtase e de desilusão. É disto que a vida é composta e nenhum de nós, mesmo tendo o casamento perfeito ou o namoro perfeito ou até mesmo o emprego perfeito, pode dizer que tem uma vida perfeita.
    É impossível escrever uma opinião a um livro da Colleen sem levantar algumas pontas do véu ... Espero que tenha conseguido espevitar a vossa curiosidade e fazer-vos ler esta história maravilhosa.


"Se apenas iluminar os seus defeitos, todos os seus perfeitos ficarão às escuras."

"- Qual é o segredo para um casamento tão perfeito?
O velhote inclinou-se para a frente e olhou para mim com muita seriedade.
- O nosso casamento não foi perfeito. Nenhum casamento é perfeito. Houve alturas em que eu desisti de nós. Houve alturas em que ela desistiu de nós. O segredo para a nossa longevidade foi nunca desistirmos em simultâneo."

Trono Partido + Oferta (Letras Escarlates) | Saída de Emergência | Victoria Aveyard

Trono Partido + Oferta Letras Escarlates

O regresso ao mundo fascinante e implacável de Rainha Vermelha

Com Trono Partido, Victoria Aveyard oferece-nos uma visão completamente nova do mundo obscuro e perigoso de Norta, dos reinos vizinhos e das personagens mais queridas da icónica série Rainha Vermelha.

Com mapas exclusivos, registos sobre a história de Norta e detalhes inéditos, Trono Partido é uma coletânea de textos sobre a lealdade, o poder, a amizade e as escolhas difíceis entre o coração e a razão num mundo em conflito. Cal, Mare, Maven, mas também Coriane, Farley e Evangeline estão de regresso para nos mostrar que, apesar das dificuldades, a esperança é o farol que nos deve guiar e estar sempre presente nas nossas vidas.

Disponível AQUI

21/07/2022

Opinião | Nós Tínhamos de Acontecer | Gayle Forman | Editoral Presença

Um livro comovente sobre a força que ganhamos quando percebemos que não estamos sozinhos no mundo.

Para Aaron Stein, os livros eram milagres - até deixar de acreditar. Apesar de passar os seus dias a trabalhar na livraria alfarrabista dos pais, o único livro que Aaron consegue ler é sobre a extinção dos dinossauros. É um conceito que ele percebe demasiado bem, agora que o irmão e a mãe desapareceram e os seus amigos o deixaram:
Aaron está sozinho com o pai, um homem desgovernado, numa livraria que morre aos poucos, numa cidade isolada do mundo, onde parece que já ninguém lê.
Não é estranho, por isso, que Aaron decida vender a livraria à primeira oportunidade que surge, pensando que esta é a única saída que lhe resta. Mas Aaron estava longe de imaginar o otimismo do amigo ou o entusiasmo dos madeireiros desempregados, que veem na livraria falida um belo projeto para se ocuparem. E muito menos esperava conhecer Hannah, uma belíssima e corajosa música que pode bem ser aquele acontecimento inevitável pelo qual Aaron tanto esperou.
Todos eles vão ajudar Aaron a compreender e aceitar o que perdeu, o que encontrou quem é e quem quer ser - porque a destruição não leva necessariamente à extinção; e às vezes conduz ao nascimento de algo inteiramente novo.


    Já li este livro há algum tempo, mas nunca consegui escrever a opinão como deve ser. Não é que não tenha gostado porque até gostei, mas, este é um daqueles livros que podemos correr o risco de contar algo que não devemos, mesmo sem nos apercebermos.
    Acho que todos os livros desta autora que foram publicados em Portugal, eu tive o prazer de ler. Este foi mais um onde ela consegue, de uma forma leve e simples, demonstrar-nos que a felicidade, muitas vezes, está mesmo ao virar da esquina e nem nos tínhamos dado conta.
    Aaron é um jovem apaixonado por livros, ou, pelo menos era. Era-o antes da mãe separar-se do pai e ter ido para outra cidade e era-o antes de ter perdido o irmão. De certa forma, apesar de terem idades diferentes, Aaron e o irmão completavam-se. Ele gostava de livros e o irmão era louco por música e por discos de vinil. Quando o irmão morre, Aaron vê-se sozinho com o pai e responsável por uma livraria que era o negócio criado pelos pais. A mãe, um espírito livre, acaba por não conseguir ultrapassar a dor de ter perdido o filho e, numa tentativa de conseguir sobreviver, abandona tanto o marido como o filho, deixando-os para tentarem, também eles, lidar com a dor da perda.
    No entanto, com o rápido declínio de saúde do pai, tanto mental como físico, Aaron vê-se obrigado a vender a livraria que, nos dias que correm, dá mais despesas do que lucro. Lutando contra a parte da sua mente que quer manter a livraria, Aaron vê-se a braços com um conjunto de situações que todos os dias vão acontecendo, das formas mais hilariantes e inesperadas possível. Boas acções provenientes dos sítios mais inesperados vão fazer com que Aaron recomece a ver o bom nas pessoas e a ser mais optimista. Para além disso, apesar de detestar música, Aaron conhece Hannah. A vocalista de uma banda em ascenção e que para além de ser bonita e melodiosa, ainda tem um coração grande o suficiente para lidar com os traumas de Aaron e os seus.
    Apesar de não ser um livro com muitas páginas, acaba por ser um livro de leitura lenta. A certa altura, parece que Aaron anda em loop e não consegue sair daquele ciclo vicioso de culpa e lamento por tudo o que lhe acontece na vida. O facto de ter perdido a esperança e a fé até nos livros é algo que nos parte o coração e, o facto de ele não ter qualquer noção do bem que o rodeia pois está enfiado numa bolha de autocomiseração, acaba por nos irritar um bocado. É um bom miúdo que, apesar de ainda ser novo, teve de abdicar de muita coisa por causa das escolhas do irmão e dos pais.
    Apesar de parecer um livro romântico, de romance tem muito pouco. Apenas nas poucas ocasiões em que ele está com a Hannah é que conseguimos vislumbrar alguma espécie de romantismo, sendo que apenas temos acesso a um beijo (que eu me lembre).
    A meu ver acho que este livro transmite mais formas de como ultrapassar os obstáculos que a vida apresenta do que romance.
    Não é um dos meus preferidos dela e os capítulos grandes também não ajudam no avançar da leitura, mas no geral, gostei da mensagem que nos transmite e das personagens que formam um todo ao longo da narrativa.

    Recomendo!

12/07/2022

Novidades Frescas para um Verão Escaldante | TopSeller e Suma de Letras | Vi Keeland e Penelope Ward | Chandler Baker | S.K. Tremayne | Amy Mason Doan


Rede de segredos

Bestseller do New York Times
Escolha do club de leitura da Reese Whiterspoon
Escolha do editor da Amazon
Escolha da Oprah´s Magazine

Mentiras serão reveladas
Segredos serão expostos
E nem todos sobreviverão

Sloane, Ardie, Grace e Rosalita trabalham, há anos, na Truviv, Inc. As quatro sempre se ajudaram, passando por promoções empolgantes, reuniões intermináveis, casamento, maternidade, divórcio e os desafios impostos pela política do escritório. Também têm os seus segredos.
A morte repentina do CEO da empresa significa que o seu chefe, Ames, vai ser promovido.
Cada uma delas tem uma relação diferente com Ames Barrett, que sempre foi alvo de boatos sobre a forma como trata as mulheres.
Até agora, todos os rumores foram ignorados, e até escondidos, por aqueles que estavam em posição de fazer algo a esse respeito.
Mas o mundo está a mudar e as quatro mulheres veem a nova situação com outros olhos.
Quando descobrem que Ames se comporta de forma estranha com uma colega, decidem não ignorar o que se passa. Já viram o suficiente e, desta vez, não ficarão caladas.
Essa decisão provoca uma mudança catastrófica no escritório, e as suas vidas – como mulheres, colegas, mães, esposas, amigas e até adversárias – estão prestes a mudar drasticamente.

Os elogios da crítica

«Divertido e feroz, tem todos os ingredientes para um thriller delicioso e muito atual.» 
The New York Times

«A estreia de Chandler Baker não é só um thriller, é um hino a todas as mulheres que encontraram barreiras... Inteligente, eloquente e engenhoso.» 
Library Journal

«Uma leitura fresca e compulsiva cujo brilho reside no facto de, à superfície, existir uma camada inconfundível de raiva justa. Excelente, a todos os níveis.»
Kirkus

«Baker reflete os dilemas de ser uma mulher moderna... O resultado é um thriller de leitura compulsiva, com uma mensagem poderosa. Não perca.» 
Booklist

«Honesto, oportuno e extremamente emocionante.» 
Reese Witherspoon

«Vívido e convincente, oferece um testemunho do verdadeiro preço da ambição feminina no local de trabalho... De tirar o fôlego!» 
USA Today

«Ágil, incisivo e divertido.» 
The New York Post

«Uma história extremamente divertida e empoderadora.» 
The Daily Beast

«Para além de conter os melhores ingredientes de um thriller, este romance enceta ainda uma conversa sobre o que é preciso para desafiar um homem poderoso.» 
Newsweek

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A Hora da Morte
O muito aguardado novo livro do autor do bestseller As Gémeas do Gelo.
J. K. Tremayne está de regresso com um thriller arrepiante, sinistro e absolutamente viciante.

Um hotel de luxo lotado
Cercado pelo estuário de Blackwater, o hotel Stanhope ergue-se no centro de uma exuberante ilha remota. É chegada a grande noite de reabertura, e Hannah, a organizadora, tem o coração cheio ao ver todos os convidados.
A celebração conduz à tragédia
Mas aquilo que deveria ser apenas uma festa animada rapidamente se descontrola quando vários convidados embriagados decidem entrar no mar, alheios às perigosas correntes que surgem durante a Hora da Morte. Alguns nunca mais serão vistos.
O medo torna-se fobia
Atormentada pelo pavor da água, Hannah vê-se presa na ilha durante o inverno. Os rumores acerca daquela noite começam a surgir. Alguém sabe o que se passou realmente durante a Hora da Morte — e a segurança de Hannah está em risco...

Os elogios da crítica

«Sinistro.» ­Sunday Mirror
«ArrepianteSunday Times
«Esplendorosamente sombrio.» Spectator
«Um livro tão viciante que é impossível de pousarSunday Mirror
«Envolvente e profundamente inquietante Independent on Sunday

«Ficamos imediatamente cativados pelo livro. Arrepios garantidos desde a primeira página.» 
Monique Roffey, autora vencedora do Prémio Costa

«Insuportavelmente cativante.» Sophie Hannah, autora bestseller internacional
«Absolutamente envolvente.» Lisa Jewell, autora bestseller internacional
«Um livro que é própria definição de suspense.» Jeffery Deaver, autor bestseller internacional
«Intensamente arrepiante.» Good Housekeeping

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Lady Sunshine
Uma história inesquecível que alia música, amizade, amor e segredos de família ao ambiente nostálgico da década de 1970.

Um romance imperdível!
A vida de Jackie Pierce mudou no verão de 1979, depois de passar três meses de liberdade na companhia do seu tio boémio, o famoso cantor folk Graham Kingston.
No Castelo de Areia, uma extensa propriedade na Califórnia, juntavam-se artistas de vários tipos em busca de inspiração, oferecendo a Jackie o vislumbre de uma vida muito diferente daquela a que estava habituada.
Foi nesses dias quentes e agitados entre a praia e o bosque que floresceu a amizade com a sua prima Willa, numa época em que ambas testavam os seus limites e começavam a entrar na idade adulta. Até que um acontecimento fatídico pôs fim àquele verão idílico, afastando Jackie da família Kingston.
Vinte anos mais tarde, como única herdeira do Castelo de Areia, Jackie tem de regressar à casa dos tios para preparar a venda da propriedade. Porém, decide prolongar a estadia quando descobre que a sua tia Angela havia prometido a um jovem músico a possibilidade de gravar um álbum de tributo ao seu tio no lendário estúdio da propriedade.
É assim que, de modo inesperado, Jackie volta a encontrar-se rodeada de artistas, num verão que muito lhe recorda os meses ali passados na sua juventude, ao mesmo tempo que se vê obrigada a revisitar o que aconteceu e a confrontar os segredos guardados desde então.

Os elogios da crítica

«Uma história sobre música, segredos de família e perdão. Lady Sunshine combina de forma astuta a escrita lírica e um enredo cheio de reviravoltas.»
Bookpage

«Os fãs de Daisy Jones & The Six vão ficar encantados com o mundo de Lady Sunshine.»
Booklist

«Com uma escrita lírica e um enredo viciante, este livro salpicado de sol tem tudo: coragem, inteligência e um irresistível ritmo musical.»
Karen Dukess, autora norte-americana

«Amy Mason Doan constrói todo um ambiente neste romance extraordinariamente bem escrito. Repleto da nostalgia de finais da década de 1970, representa a vida dos músicos e de todos os que são atraídos para eles, seja qual for o custo. Um livro delicioso.» 
Elin Hilderbrand, autora bestseller do New York Times

«Este livro é magnífico. Um sonho nostálgico banhado a ouro em torno de uma estrondosa amizade feminina.»
Marisa de los Santos,autora bestseller do New York Times

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Dono do Mundo
O regresso da dupla de autoras de maior sucesso no romance erótico com uma história de amor sensual entre dois protagonistas improváveis.
Autoras bestseller do New York Times

Será que podemos sempre confiar na primeira impressão?

Não posso negar que a imagem daquele engravatado presunçoso a vociferar ao telemóvel no metro como se fosse dono do mundo despertou algo em mim.

A verdade é que, apesar de toda aquela arrogância, a sua postura impressionava qualquer um. E isto para não falar da aparência física, que era completamente hipnotizante.

Acho até que ainda devia estar sob o efeito de alguma espécie de transe quando encontrei o telemóvel que ele deixou cair ao sair da carruagem.

Decidida a devolver-lho logo que possível, tentei descobrir a identidade dele percorrendo os seus contactos, mas a curiosidade levou-me a espreitar também algumas das fotografias, deixando-me ainda mais intrigada em relação àquele homem aparentemente odioso.

Quando finalmente arranjei coragem para ir à procura dele na sua empresa, ele nem se dignou a receber-me. Então, resolvi deixar o telemóvel na receção, mas não sem antes lhe enviar algumas fotografias minhas muito pouco convencionais, só para lhe mostrar como a sua atitude me tinha desagradado e o que ele ficava a perder.
Depois de tudo isto, não estava nada à espera de receber uma resposta dele.
E muito menos do que se seguiria…

07/07/2022

Opinião | Onde Me Leva O Coração | Sarah Ferguson - A Duquesa de York | TopSeller

Londres, 1865. Na tentativa de se rebelar contra uma sociedade que espera das mulheres uma submissão conformada, a indomável Lady Margaret Montagu Douglas Scott decide escapar dos grilhões que a aprisionam, fugindo de um casamento forçado com um homem que despreza. Os olhares públicos, no entanto, não perdoarão essa escandalosa demonstração de desobediência, especialmente vinda da filha do duque e da duquesa de Buccleuch, próximos da rainha, e Margaret é afastada do luxo e conforto da vida na alta sociedade.

Encontrando a força necessária num grupo de espíritos rebeldes como ela, entre os quais a princesa Louise, lha da Rainha Vitória, Margaret embarca numa viagem de autodescoberta que, dos salões nobres da corte vitoriana, a levará à Irlanda, à América e de regresso ao Reino Unido, em busca da vida, do amor e da liberdade que, contra todas as expectativas e dificuldades, sempre sentiu merecer.


    Um dos melhores livros que li este ano. Não tive como não atribuir as cinco estrelas. Pela história, pelas personagens, pelo background que nos é oferecido e pela forma como a autora, neste seu livro de estreia, consegue agarrar-nos desde a primeira página, com uma escrita despretensiosa, simples e, em algumas passagens, amorosa e emocionante. Fiquei deveras surpreendida com os dotes literários de Sarah Ferguson, Duquesa de York e, digo-vos já que, hei-de ler todos os livros mais que ela vier a publicar.
    Assim que o comecei a ler, percebi logo que este não ia ser como os romances de época a que estamos habituados a ler. Teve romance? Teve. Teve drama? Teve. Mas para além disso, teve significado. Todos sabemos bem como as coisas funcionavam para as mulheres naquele século em particular. Basicamente, as mulheres, quanto mais novas melhor, serviam para arranjar um bom e rentável casamento para a família toda e para procriar. Fora isso, eram submetidas às vontades, principalmente da figura paterna, sendo que as suas proprias vontades não tinham qualquer valor ou relevância. Se hoje em dia já nos queixamos de que queremos igualdade de direitos e afins, imaginem o que era ser-se mulher, o sexo fraco, naquela altura. Tenho de admitir que o passado descrito neste livro fascina-me e, por isso, gosto tanto de romances de época. 
    Com este livro, não sabia bem o que esperar e fiquei mesmo, mesmo feliz por chegar ao final do livro e sentir que foi um livro que me encheu as medidas, como se costuma dizer. É um livro que deixa qualquer mulher orgulhosa por tudo o que as mulheres conseguiram conquistar até aos dias de hoje, pela sua tenacidade, inteligência, sensibilidade e senso de justiça.
    Margaret é, por si só, uma personagem deveras atractiva e intrigante. Não tem qualquer desejo de casar e formar família, bem ao contrário da maioria das jovens da sua idade, e, na altura em que o pai a obriga a casar com um pretendente que foge total e completamente à sua empatia, não por ser mais velho ou menos atraente, mas porque simplesmente ela não conseguia ver nada de bom nele, nem sequer a vontade de casar-se mesmo com ela a não ser para juntar os negócios da família e conseguir um herdeiro, ou mais,, ela finca pé e não obedece ao pai e a vida muda completamente para ela. É mandada para longe, numa tentativa de minimizar os "estragos" sociais causados pela sua recusa e teimosia e, apesar de se sentir exilada e sozinha, Margaret vai usar tudo o que estiver ao seu alcance para se emancipar e sair das correntes que o pai lhe impôs. Causas sociais escondidas da maioria da média/alta sociedade vão ser o maior incentivo para ela se sentir algo mais do que um meio de rentabilidade e procriação. Ao longo dos anos, Margaret vai conhecendo inúmeras e distintas personalidades (todas elas maravilhosas) que a vão ajudar a afinar a sua própria personalidade e a vão ajudar a amadurecer e ser alguém de relevo para os que mais precisam.
    Este livro tem uma particularidade deliciosa que se prende no facto de que Margaret é inspirada numa antepassada da autora. Só isso confere à história um significado ainda maior, pois, de uma maneira ou de outra, temos acesso a uma realidade, neste caso londrina, que na maioria das vezes não nos é apresentada. Temos sempre a imagem de que as mulheres andam sempre com vestidos maravilhosos e são sempre elegantes. Que os senhores são sempre impecáveis, educados e super atraentes. Que não há pobreza extrema, crianças a passar fome e frio, sem qualquer tipo de educação e higiene básica, pais que morrem de tanto trabalhar e, até mesmo homens que defenderam a pátria, sendo feridos e até mesmo mortos, e que, no final nem uma uníca menção honrosa tiveram, e que não há ruas malcheirosas quase ao ponto de sentir-se náuseas violentas. 
    Neste livro temos essa realidade e, através das muitas cartas trocadas entre as diversas personagens e Margaret (ADORO!!) a que temos acesso durante a leitura, temos também noção de que, na altura, muitas poucas pessoas se interessavam por causas como essas. Margaret lutou imenso para poder fazer a diferença numa sociedade que, basicamente se estava nas tintas para os necessitados.

    Podia estar aqui a tarde toda a escrever sobre tudo o que senti ao ler este livro, mas, como sempre, vou deixar que a minha opinião escrita até este ponto vos faça ter vontade de ler este livro magnífico e sentir o mesmo que eu e, quiçá, muitas mais emoções. Assim espero!

06/07/2022

Novidade Porto Editora | Como Matar a Tua Família | Bella Mackie

Como matar a tua família
Bella Mackie

Uma comédia negra tão macabra quanto divertida

No dia 7 de julho, a Porto Editora faz chegar às livrarias Como matar a tua família, o bestseller de estreia da autora britânica Bella Mackie.


O ROMANCE DE ESTREIA COM ENTRADA DIRETA PARA O N.1 DO TOP DE VENDAS DO REINO UNIDO

• Matar a minha família
• Reclamar a fortuna
• Não ser apanhada
• Adoptar um cão
Eis Grace Bernard: irmã, colega, amiga, serial killer... Grace perdeu tudo. E agora quer vingar-se.
Quando Grace Bernard descobre que o seu pai milionário ausente rejeitou os pedidos de ajuda da mãe moribunda, ela jura vingança e prepara-se para matar todos os membros da sua família.
Os leitores têm um lugar na primeira fila enquanto Grace elimina a família um a um – e o resultado é tão macabro quanto divertido nesta brincadeira maldosamente escura sobre classe, família, amor... e homicídio.

Com cerca de 300 mil exemplares vendidos no Reino Unido e entrada direta para o top dos livros mais vendidos, Como matar a tua família é uma comédia negra – tão macabra quanto divertida – sobre classe, família, amor... e homicídio.

CRÍTICAS DE IMPRENSA

Arrepiante, mas também incrivelmente divertido.
Sunday Telegraph

Uma leitura engraçada e compulsiva sobre a disfunção familiar e a obsessão dos media por homicídios.
Sunday Times Style


Bella Mackie é jornalista, tendo escrito para o The Guardian e para a Vice News, e assina uma coluna quinzenal na revista Vogue. É autora do bestseller do Sunday Times, Jog On. Como matar a tua família é o seu primeiro romance. Vive em Londres e adora passear horas a fio com o seu cão.