
"Querido Pai Natal, Acho que não te vai surpreender que esteja a escrever para explicar a enorme confusão em que me meti este ano. Foi o destino? O carma? Uma viagem aos cogumelos mágicos? Tudo isto junto? Enfim… ele também está aqui! De quem estou a falar? Não faças essa cara, tenho a certeza que sabes de quem estou a falar. Não te deixes enganar por aquela covinha fofa e horrível que ele tem, ou por aquele sorriso tonto e malicioso que ainda usa como arma de destruição maciça, ou por aquele charme que parece deslumbrar toda a gente. Continua tão bonito e sexy como sempre. Bem, Pai Natal, decidi agir como uma pessoa racional. Afinal, qual é o pior que pode acontecer?
Que o encontre por aí?
Que eu tropece e caia nos seus braços?
Que me lembre de quanta falta ele me fez?
Que as minhas pernas ainda tremam quando ele diz o meu nome?
Que quero devorá-lo... com beijos?
Repita comigo: Eu não gosto dele.
Eu não o quero.
Acredita em mim, não é?
Yanira Garcia, conseguiu, mais uma vez, escrever um livro delicioso, com personagens e momentos deliciosos.
Emma volta à sua terra natal para passar o Natal e a última coisa que esperava era encontrar lá o seu ex-namorado, Nash. Afinal, ambos tinham acordado uma espécie de custódia partilhada das férias natalícias: quando um ia, o outro não ia. Tinha sido assim desde que terminaram não só o namoro, mas também a amizade que mantinham desde crianças.
A partir daí, esta comédia romântica só melhora. As gargalhadas que o livro proporciona trazem alegria e cor a dias que, para mim, têm sido especialmente cinzentos, e isso fez toda a diferença na leitura.
Emma e Nash complementam-se de uma forma muito natural, ao ponto de ser difícil perceber como conseguiram ficar tanto tempo longe um do outro. Emma é determinada, tem aquele humor azedo que eu tanto gosto, mas também um coração enorme e um amor por Nash maior do que qualquer desgosto que ela acredita que ele lhe causou no passado.
Já Nash é o tipo de homem a quem é impossível resistir: simpático, inteligente e com um coração cheio de amor para dar. Em algum momento, decidiu que não queria ser ele a travar os sonhos de Emma e deixou-a voar, mesmo correndo o risco de criar um mal-entendido difícil de reparar.
Adorei a relação dele com os irmãos e com as melhores amigas de Emma. Duas delas sabiam exatamente o que tinha acontecido e carregavam o peso de não poder revelar a verdade, o que acrescenta ainda mais tensão e emoção à história.
É escusado dizer que o reencontro de Emma e Nash reacende a chama que sempre esteve escondida no coração de ambos. Foi uma delícia acompanhar tudo o que acontece não só com eles, mas também com Nevaeh, Remi e Pier. Os irmãos de Nash também não ficam esquecidos e acrescentam muito à dinâmica familiar.
Ainda assim, a história que mais me marcou foi a do vizinho de meia-idade, Quinn, e da sua amada Brielle. Tenho de admitir que foram eles, e o amor que partilham, que me fizeram derramar algumas lágrimas. Mas para perceberem porquê, vão mesmo ter de ler… porque isso não vos vou contar 😊
Uma história de recomeços e segundas oportunidades que aquece o coração e me conquistou completamente.
"Faço-o porque tudo o que te importa importa para mim. Tudo o que tu quiseres, eu também quererei. Tudo o que tu fores, eu serei. Tudo o que pedires, eu dar-to-ei."
Esta frase é uma declaração de amor construída sobre a escolha consciente, não sobre a anulação. Não fala de obrigação nem de sacrifício cego, mas de alguém que decide caminhar ao lado do outro, alinhando desejos, vontades e sonhos por amor, porque se importa, genuinamente.
O que a torna tão poderosa é a repetição de “tudo". Mostra entrega total, sim, mas também intimidade profunda. É o retrato de um amor que nasce do cuidado e da empatia, onde querer o outro passa por querer com o outro, não acima nem à custa de si próprio.
É uma frase simples, mas cheia de intenção, daquelas que ficam, porque traduzem a ideia de que amar é escolher, todos os dias, estar presente.
Emma volta à sua terra natal para passar o Natal e a última coisa que esperava era encontrar lá o seu ex-namorado, Nash. Afinal, ambos tinham acordado uma espécie de custódia partilhada das férias natalícias: quando um ia, o outro não ia. Tinha sido assim desde que terminaram não só o namoro, mas também a amizade que mantinham desde crianças.
A partir daí, esta comédia romântica só melhora. As gargalhadas que o livro proporciona trazem alegria e cor a dias que, para mim, têm sido especialmente cinzentos, e isso fez toda a diferença na leitura.
Emma e Nash complementam-se de uma forma muito natural, ao ponto de ser difícil perceber como conseguiram ficar tanto tempo longe um do outro. Emma é determinada, tem aquele humor azedo que eu tanto gosto, mas também um coração enorme e um amor por Nash maior do que qualquer desgosto que ela acredita que ele lhe causou no passado.
Já Nash é o tipo de homem a quem é impossível resistir: simpático, inteligente e com um coração cheio de amor para dar. Em algum momento, decidiu que não queria ser ele a travar os sonhos de Emma e deixou-a voar, mesmo correndo o risco de criar um mal-entendido difícil de reparar.
Adorei a relação dele com os irmãos e com as melhores amigas de Emma. Duas delas sabiam exatamente o que tinha acontecido e carregavam o peso de não poder revelar a verdade, o que acrescenta ainda mais tensão e emoção à história.
É escusado dizer que o reencontro de Emma e Nash reacende a chama que sempre esteve escondida no coração de ambos. Foi uma delícia acompanhar tudo o que acontece não só com eles, mas também com Nevaeh, Remi e Pier. Os irmãos de Nash também não ficam esquecidos e acrescentam muito à dinâmica familiar.
Ainda assim, a história que mais me marcou foi a do vizinho de meia-idade, Quinn, e da sua amada Brielle. Tenho de admitir que foram eles, e o amor que partilham, que me fizeram derramar algumas lágrimas. Mas para perceberem porquê, vão mesmo ter de ler… porque isso não vos vou contar 😊
Uma história de recomeços e segundas oportunidades que aquece o coração e me conquistou completamente.
"Faço-o porque tudo o que te importa importa para mim. Tudo o que tu quiseres, eu também quererei. Tudo o que tu fores, eu serei. Tudo o que pedires, eu dar-to-ei."
Esta frase é uma declaração de amor construída sobre a escolha consciente, não sobre a anulação. Não fala de obrigação nem de sacrifício cego, mas de alguém que decide caminhar ao lado do outro, alinhando desejos, vontades e sonhos por amor, porque se importa, genuinamente.
O que a torna tão poderosa é a repetição de “tudo". Mostra entrega total, sim, mas também intimidade profunda. É o retrato de um amor que nasce do cuidado e da empatia, onde querer o outro passa por querer com o outro, não acima nem à custa de si próprio.
É uma frase simples, mas cheia de intenção, daquelas que ficam, porque traduzem a ideia de que amar é escolher, todos os dias, estar presente.
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