27/06/2017

Novidade TopSeller | O Diagrama de Zenn | Wendy Brant

Um romance fresco e inocente em que os personagens Zenn e Eva nos deixam rendidos à ironia dos seus destinos.

«Este livro é delicioso!» 
Booklist

«Este romance sobre ligações emocionais complexas, histórias familiares dolorosas, esperança, perdão, amor e romance é um promissor começo para Brant.»
Publishers Weekly

«Quanto mais toco, mais consigo ver e entender, e mais penso que posso ajudar.
Mas é esse o meu erro. Não posso ajudar ninguém.
Não se consegue “resolver” os problemas das pessoas como se resolvem os de matemática.»

Eva é uma supergeek da matemática e há uma razão para ela preferir os números e as calculadoras ao convívio normal entre jovens. Poucos o sabem, mas basta que Eva toque com as mãos em alguém — ou nas suas coisas — para ter visões que lhe mostram as inseguranças, receios e segredos dessa pessoa. Por isso, ela prefere manter as mãos bem guardadas e ficar na sombra. E tudo parece correr bem!
Quer dizer, tem 17 anos, nunca teve namorado e tem apenas uma amiga, mas não é uma completa aberração! Até que chega o dia em que o charmoso e solitário Zenn Bennett entra na sua vida! É amor ao primeiro toque! No entanto, quando ela mergulha no mundo de Zenn, descobre que afinal as coincidências que os unem são demasiado duras… e poderão separá-los para sempre.

Wendy Brant frequentou o liceu nos anos em que usar roupa larga e franja volumosa estava na moda. Gosta de comida pouco saudável e de coleccionar imagens inoperacionais no Pinterest, e delira com as paixonetas dos romances que lê. Gostava de ser blogger, mas acha que não tem piada suficiente para tal.
Começou a escrever ficção aos 10 anos, mas foi no Jornalismo que apostou, mais tarde, ao ingressar na Northwestern University. Pelo caminho descobriu que a sua verdadeira paixão é a escrita. 
O Diagrama de Zenn é o seu romance de estreia.
Actualmente, vive em Chicago com o marido e os dois filhos adolescentes, com quem gosta de partilhar leituras de romances para jovens adultos.

O Diagrama de Zenn já se encontra nas livrarias e as primeiras páginas estão disponíveis para leitura imediata aqui.​

Novidade BookSmile | Hora de Deitar Baltasar! | Nada! | Yasmeen Ismail | Espaço Infanto-Juvenil


Yasmeen Ismail, uma das autoras com maior prestígio internacional, traz-nos dois maravilhosos livros. O vencedor do prémio Melhor Livro Ilustrado do New York Times: Hora de Deitar Baltasar! e Nada! são um tributo à alegria e à imaginação. As personagens dos livros são únicas e as ilustrações têm um estilo e uma técnica muito próprias.

São horas de ir para a cama, mas o Baltasar não se quer ir deitar.
Sempre fugidio e brincalhão, ele esconde-se na copa das árvores, nas poças de lama e na pia da cozinha. O Baltasar até prefere tomar banho, só para não ter de ir dormir! Mas, com toda esta correria, não é que o Baltasar ficou com sono?
A história do irrequieto Baltasar é perfeita para ler às crianças quando chega a hora de deitar.

«O charme do Baltasar e as suas trapalhadas constantes fazem deste livro um clássico da hora de dormir.» 
Publishers Weekly.

Deixa-te levar pela imaginação…
A Lila tem uma imaginação prodigiosa! Num rebuliço constante, ela luta contra monstros assustadores, explora lugares remotos… É imparável! Será que a Lila vai conseguir encontrar um companheiro para as suas aventuras?
Um livro que celebra a infância, a fantasia e a relação entre um avô e a sua neta.


Novidade TopSeller | The Call | Peadar O'Guilin

The Call foi nomeado para o Young Adult Book Prize 2017 e para o Children’s Books Ireland nas categorias Book of the Year e Children’s Choice Award, tendo vencido esta última categoria.

Em 2016, Peadar O’Guilin foi nomeado melhor autor de livros para o público jovem adulto.

«The Call é uma história de sobrevivência que sobressai entre todas as que existem. É uma lufada de ar fresco, fantástica e poderosa.» 
The Bookbag

«Um livro que traz à memória Os Jogos da Fome e Divergente. Um universo fantástico.»
Kirkus

«Uma leitura brilhante e irresistível.»
The Bookseller

Três minutos
Uma trombeta soa à distância. Foste Chamado. Agora, à tua volta, só vês cinzento. Este novo mundo não tem cor e sabes que vais começar uma corrida contra o tempo. Tens apenas três minutos para te agarrares à vida.

Dois minutos
Os Sídhe estão cada vez mais perto. Consegues ouvir as vozes deles, as gargalhadas sedentas de sangue e o som dos seus passos. Achas que estás preparado. Sabes tudo sobre eles. Sabes exatamente o que fazem aos jovens como tu, quando os conseguem apanhar. São tão belos como terríveis, tão simpáticos como cruéis. Já te viram. Resta-te fugir.

Um minuto
Se não correres, se não te esconderes, podes desaparecer a qualquer minuto e ficar, para sempre, nesta terra de horrores. A caçada já começou e tu és a presa.

Conseguirás sobreviver?

Peadar O’Guilin é um autor irlandês. A sua cidade natal, Donegan, bem como toda a área envolvente, foi uma importante inspiração para o livro The Call. Habituado desde pequeno a falar não só inglês como também irlandês, a ligação do autor ao folclore e às tradições da Irlanda influencia aquilo que representa nos seus livros.
Vive em Dublin e já escreveu vários romances, contos e peças de teatro, assim como uma série de banda desenhada. The Call é o seu primeiro romance para jovens adultos publicado em Portugal.

Saiba mais em: www.peadar.org.

The Call é uma edição Topseller e as primeiras páginas estão disponíveis para leitura imediata aqui.

Novidade Vogais | Dar a Volta | Jenny Blake

«Se não gerir a sua carreira, quem o fará? Jenny Blake lembra-nos de que vivemos num mundo diferente em que as possibilidades são infinitas – desde que esteja disposto a Dar a Volta.» 
Seth Godin, autor de O Ponto Morto

«Não sabe qual será o seu próximo passo? Leia este livro. Jenny Blake é uma das vozes mais sensatas e inovadoras do desenvolvimento profissional e esta é a sua melhor obra.»
Jeff Goins, autor de The Art of Work

«Hoje, uma pessoa tem, em média, onze empregos e entre três a seis carreiras, motivo pelo qual Dar a Volta é uma leitura essencial para qualquer profissional.»
Dan Schawbel, autor de Promote Yourself e Me 2.0

***

Uma leitura essencial e prática sobre o louco mundo do trabalho no séc. XXI.


Se tem o trabalho ou o negócio perfeito, parabéns. Mas se não está plenamente certo disso, está na altura de começar a pensar no seu próximo passo.

O emprego que tem deixou de ser um desafio? Ou nunca o foi? O que faz é apenas uma forma de sustento? Sente-se infeliz no trabalho? Sente mais cansaço do que entusiasmo? A vontade de mudar está presente, mas falta-lhe coragem? Ou simplesmente não sabe como o fazer? Se estas são questões com as quais se identifica, então está na hora de dar a volta.

Hoje, já não existem carreiras, mas sim percursos profissionais, que dependem muito mais das suas competências do que da empresa onde trabalha. Mas como podemos planear uma mudança profissional? De acordo com Jenny Blake, a resposta está em pequenos passos e não num grande salto. E a solução está bem mais perto do que julgamos.

Em vez de olhar para um futuro distante e tão desconhecido que apenas promove o receio, com Dar a Volta vai aprender, passo a passo, a fórmula simples e sustentável para vencer esse receio e avançar com segurança rumo à felicidade profissional.

Eu defino dar a volta à carreira como uma concentração naquilo que funciona para se fazer um desvio significativo numa direcção nova e relacionada. Dar a volta — como será designado ao longo do livro — é um processo intencional e metódico para orquestrar agil­mente mudanças de carreira quando atingem o ponto de viragem. Em geral, quando se fala em dar a volta numa mudança estratégia empresarial, trata‑se de um Plano B: mudar de direcção para salvar uma empresa de lucros reduzidos ou de uma previsão deplorável. Dar a volta surge como resposta ao fracasso do Plano A, o objectivo original. Mas, no que diz respeito às nossas carreiras, dar a volta é o Plano A, e, no contexto dos nossos cargos e ao longo de toda a nossa carreira, é esta a nova normalidade.
Jenny Blake

Jenny Blake (www.jennyblake.me) com apenas 20 anos de idade, interrompeu os estudos de Ciência e Comunicação Política, na Universidade da Califórnia, para ser a primeira funcionária de uma startup de sondagens políticas em Silicon Valley. Aí, a sua vida deu uma volta e ingressou na Google, onde ajudou a criar e a lançar um programa de formação global para gestores, chamado Guru de Carreira. Ao fim de cinco anos, mesmo com um emprego de sonho, Jenny sentiu que precisava de algo mais e deu uma nova volta à sua vida. Criou uma empresa própria de consultoria profissional e empresarial e tornou-se conferencista internacional.

Ao fim de vários anos como consultora e de conhecer inúmeros casos de clientes seus, e lembrando também o seu próprio percurso profissional, a autora reuniu em Dar a Volta, todos os conhecimentos e métodos com que tem ajudado pessoas em todo o mundo a construir carreiras dinâmicas e sustentáveis, e, mais importante, a encontrar a felicidade profissional.

Independentemente da idade, do estilo de vida, do saldo da conta bancária ou do nível na carreira, estes são o tipo de desabafos que ouço de pessoas em busca de mais na vida, mesmo que tenham obtido sucesso profissional, de acordo com os padrões tradicionais. Muitas têm empregos perfeitos, em teoria, mas atingiram um ponto de estagnação e sentem uma vontade inexplicável de mudar. Podem estar a considerar dizer adeus a um salário robusto, encerrar ou dar início a um negócio por conta própria ou até mesmo ficar algum tempo sem trabalhar. Algumas sentem‑se insatisfeitas ou frustradas com o seu trabalho por outros motivos: evoluíram mais do que a posição que ocupam ou o negócio que têm, ou sentem‑se atraídas por uma nova área que se adapta melhor aos seus valores e interesses, na qual podem dar uma contribuição maior. Por entre a confusão e as dúvidas, uma coisa torna‑se clara: a sua forma de trabalho já não funciona.
Jenny Blake

A Vogais disponibiliza o índice e primeiros capítulos para leitura imediata aqui.

Novidade TopSeller | O Olhar da mente | Håkan Nesser

Håkan Nesser é autor de mais de 20 livros, sobretudo policiais, traduzidos para 20 línguas.
A sua obra tem sido regularmente premiada, destacando-se o Prémio para Novos Autores da Academia Sueca de Escritores de Policiais. 
Recebeu três vezes o Prémio de Melhor Romance Policial Sueco e foi ainda o vencedor do Melhor Romance Policial da Escandinávia.

«O Olhar da Mente é um thriller psicológico sem igual. Este romance empolgante, de um dos principais autores suecos de policiais, podia ser o guião de um filme de Alfred Hitchcock.»
The Sunday Times

«Irónico, insensível, mordaz e até ligeiramente psicótico, Van Veeteren é o herói mais atraente e detestável desde o Dr. House.»
Oprah Magazine


Por vezes, a verdade está mesmo à nossa frente.
Só a justiça é cega.

Uma manhã, o conceituado professor Janek Mitter acorda completamente desorientado no seu apartamento. Com a cabeça a latejar, sem se lembrar de nada da noite anterior, vagueia pela casa até encontrar a mulher, Eva Ringmar, morta na banheira. Apesar de Mitter ter chamado logo a polícia, é considerado o principal suspeito do crime.

Quando o experiente inspetor Van Veeteren é chamado para investigar o caso, duvida imediatamente da simplicidade do mesmo, mas Mitter acaba por ser julgado pelo homicídio da sua companheira e é condenado a cumprir pena num hospital psiquiátrico.

Quando, pouco tempo depois, o professor aparece assassinado no hospício, Van Veeteren reabre o caso e avança com uma investigação às duas mortes. Partindo de uma carta enviada por Mitter pouco tempo antes da sua morte, o inspector entra numa aterradora viagem a um passado terrivelmente sombrio.

​O Olhar da Mente já está nas livrarias e as primeiras páginas encontram-se disponíveis para leitura imediata aqui.

Håkan Nesser é um escritor sueco, autor de mais de 20 livros, sobretudo policiais, já traduzidos para 20 línguas.
A sua obra tem sido galardoada com vários prémios, entre os quais o Ripper (Melhor Ficção Policial Europeia), o Prémio da Academia Sueca de Literatura Policial e ainda o prémio Glass Key (Melhor Romance Policial da Escandinávia).​

26/06/2017

Opinião | Nimona | Noelle Stevenson | Espaço Infanto-Juvenil | Saída de Emergência

Obra vencedora do Prémio Eisner. 

Quando o vilão Lorde Ballister Coração Negro conhece uma rapariga misteriosa de nome Nimona, ambos são impelidos a uma parceria criminosa com o objetivo de lançar o caos no reino. Assumem como missão provar perante todos que Sir Ambrosius Virilha Dourada e os seus comparsas no Instituto Para a Aplicação da Lei & Heroísmo não são tão heroicos e nobres como todos julgam.

Vão ocorrer imensas EXPLOSÕES.
E CIÊNCIA E TUBARÕES também não vão faltar.

Mas quando simples atos traquinas se transformam numa batalha sem quartel, Lorde Coração Negro descobre que os poderes de Nimona são tão misteriosos quanto o seu passado. E o seu lado selvagem poderá ser muito mais perigoso do que ele próprio está disposto a admitir…

NÉMESIS!
DRAGÕES!
CIÊNCIA!
VENHA CONHECER NIMONA!

Sempre, desde muito pequena, que gosto de banda desenhada, de todo os tipos e feitios. Admito que ainda não tinha ouvido falar deste "Nimona", mas assim que o vi, publicado pela Saída de Emergência, fiquei completamente rendida, tanto ao que dizia a sinopse, como os desenhos.
Os traços artísticos deste livro são tão simples e, ao mesmo tempo, tão complexos que acabam por criar um verdadeiro festim visual. As cores, as transições de vinheta para vinheta, é tudo uma combinação de uma história deveras original e de personagens cheias de vida e intensas.
Nimona é a vilã mais adorável de sempre, ou pelo menos ela pretendia ser uma vilã. Quer à força toda ser o braço direito do maior vilão da história, pelo menos para ela, Lorde Ballister Coração Negro. Contudo, após várias páginas, conseguimos perceber que Coração Negro é dos vilões com mais consciência e bom coração de sempre. Quer vingar-se pelo que lhe fizeram no passado, mas acima de tudo, quer repor a justiça e a verdade que impera no reino.
Seria de esperar que, sendo a pessoa irrequieta, intransigente e teimosa que Nimona é, Lorde Ballister quisesse, de alguma forma, livrar-se dela a todo o custo. Não foi o caso. Aos poucos, Nimona foi conseguindo o seu ligar no coração de Ballister e tornando-se sua amiga contra tudo e contra todos.
No entanto, apesar de Nimona não ser uma menina má de todo, conseguia ser muito perigosa e ser, deveras, uma ameaça mortal para todos, uma vez que ela não tinha qualquer controle nem tão pouco Lorde Ballister. Ela fazia o que queria e como queria, mesmo que fosse preciso matar alguém no processo. 
Os diálogos entre eles os dois são de ir às lágrimas. Muitas vezes parecia ser o relacionamento entre pai e filha e não entre dois "vilões" que só queriam fazer valer a sua posição.
Resumindo, podia estar aqui o dia todo a escrever sobre Nimona e Lorde Ballister Coração Negro, assim como também de Sir Ambrosius Virilha Dourada (nome absolutamente hilariante), o arqui-inimigo de Lorde Ballister. Uma história de amor e ódio que existia entre os dois desde que eram muito jovens e sem noção dos seus actos e que, Nimona mesmo sem querer vai conseguir resolver.
Um livro delicioso, com personagens deliciosas e que, com toda a certeza, quem gosta deste tipo de livros vai adorar!!
(Este exemplar foi gentilmente cedido pela Saída de Emergência em troca de uma opinião sincera)

23/06/2017

Book Blitz | Don't Look Back | Vicki Tharp | Giveaway included in the end


Ridley Meyer’s latest murder left him unsatisfied, but the spitfire with the U-haul may provide just the challenge he craves.
Veterinarian Audrey West is running out of time, yet she is determined to keep her inherited home out of foreclosure. With no more than a dream, a prayer, and a packed U-Haul, West moves back home to complete the expensive repairs. Just when Audrey thinks she might pull off the impossible, she finds her dream is not the only thing being followed.
Scott Romero has it all—money, ambition and a growing reputation as the city’s top veterinary surgeon. However, when his best friend Audrey is abducted by a killer, Scott realizes what he doesn’t have and he must risk losing his job, and his life, to save her.

Don’t Look Back was a 2007 Romantic Suspense finalist in the Romance Writer’s of America Golden Heart writing contest.


Purchase
Amazon | B&N |Kobo |iBooks

Born with a love for animals, author Vicki Tharp pursued a career as a veterinarian, graduating from the Texas A&M College of Veterinary Medicine in 1992. Always an avid reader of mystery and suspense, she combined her interests into her first book entitled "Don't Look Back". 

She makes her home in south Texas with her husband, two children and pets too numerous to mention.
Stay in contact at:

Excerpt from "Dont' Look Back"
"(...)He leaned in to scrutinize his work. "Let me see."
She turned toward him.
He pushed her hand out of the way. He poked. He prodded. He pressed. "I did Doctor Frankenstein proud. Maybe my stepmother was right. I should’ve been a real doctor. At least I wouldn’t have risked my veterinary license stitching you up."
"I don’t—"
"I know. I know. You don’t like hospitals."
"It’ll take more than a little thump to get me in one again."
"Little thumps don’t require stitches. Little thumps don’t give you a concussion. And little thumps don’t get you almost killed."
"Not this again."
"Yes. This again."
He raised his hands and took a step back. "Do me a favor."
"What’s that?"
"The next time one of your clients waves a gun around, stay out of the way."
"What in the purple hell did you expect me to do? Let her kill herself?"
"You should’ve gone for help."
"Ms. Sims wasn’t trying to hurt me. Her dog, her baby, dropped dead. She was distraught, disturbed. If I hadn’t nosedived into the bench grabbing for the gun, I doubt
I’d’ve had a scratch on me." Audrey squeezed her head to keep it from exploding.
"You’re not Superwoman. Bullets won’t bounce off you."
She didn’t have the energy for this. "Finished?"
"Not hardly." Scott tilted his head and gave her that sexy half-smile. That devilish smile. That maddening smile the lucky few had followed to his bed.
It was too painful to think about, and not just because of her headache, so she pushed it from her mind. "Thanks for letting me crash at your place last night. And for stitching me up."
She’d stuffed everything she owned into her truck and U-Haul trailer. That wasn’t saying much since the truck and trailer were small.
"Staying at a hotel by yourself with a concussion wasn’t and option. As for the other, I don’t know how you talked me into it. You’ll probably have a scar."
"Not a problem as long as your malpractice is paid."
A laugh rumbled his chest, but the smile quickly slid from his lips. "You should stay a day or two. Make sure you’re really okay."
Audrey scooched back and propped herself up against the leather headboard. Her brain protested behind the fireworks and the nine-piece drumline. "I’ve only got thirty days to finish the repairs on my uncle’s house. I have to leave today. I’ll call you from the road, let you know I haven’t bled out into my head."
"Not funny." Scott frowned but kept her gaze. "I’m due at the animal hospital at seven. I’m going to miss having you around. Guess I can’t talk you into staying for good, huh?"
"What?" Her voice jumped two octaves. "Who’s the one who stood in my kitchen two weeks ago and told me I should go? ‘This is your last chance to make good on your promise to your uncle,’ you said. ‘Take a chance on your dream,’ you said. Don’t even—"
"Down, girl." Scott eased her back into the pillows with a hand on her shoulder.
Thank God. Hells-bells clanged in her head.
"Forget I said anything. At least sleep for a few more hours and then head out. You don’t look so hot."
No kidding.
He patted her leg and by the way he didn’t get up to leave, she knew he wanted to say more, but he wasn’t any better at goodbyes than she was. Then Scott braced his hands on either side of her head, and planted a quick kiss on her nose. Like an adult to a child.
It might have hurt less if he’d eviscerated her with a spork.
She was leaving Texas. This morning. For good.
She snagged his tie. "If that’s the best you can do, Romero, it’s no wonder your girlfriends leave you."
Why had she baited him? He couldn’t refuse a challenge, any more than a dachshund could refuse table scraps.
Was her mind muddled from the concussion? Or was she finally thinking clearly? One kiss. That’s all she wanted.
Like a lover, not a friend. Stupid. He’d locked her in the friend-zone years ago.
Except for the night of her high school graduation.
And two weeks ago when he’d convinced her she should leave.
The look in his eyes was the same now as then. Want, need, hunger.
Hand over hand she pulled him down. His lips brushed hers. Her breath caught. She blamed the
concussion. Her hands trembled. She blamed the pain. Her heart hurt. She blamed herself.
She wrapped her arms around his neck, deepened the kiss, tasted the coffee on his tongue, smelled the subtle tang of surgical scrub that never quite left his skin. She tilted her head, and he nipped her lips, traced the line of her jaw and down to her pounding pulse at the base of her neck. She guided him on top of her, his weight braced on his arms, but she drew him down until his full weight pinned her.
She floated.
No fears, no worries, no will power.
No wondering if she should stop or if she could stop - because she didn’t want to stop.(...)"


Opinião | Um Pedacinho de Céu | Julia Quinn

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Quem conhece Honoria Smythe-Smith sabe que, para lá das suas inúmeras qualidades, a jovem tem algumas... enfim... particularidades, nomeadamente:
1. É uma entusiástica (e péssima!) violinista
2. Fica fora de si sempre que alguém diz “Bicho”
3. NÃO está apaixonada (não está!) pelo melhor amigo do irmão 

Já Marcus Holroyd, conde de Chatteris, é o seu oposto. É um rapaz tímido e responsável, mais conhecido por:
1. Ser lamentavelmente dado a entorses do tornozelo
2. Carregar o fardo de ser um dos solteirões mais cobiçados
3. NÃO estar (de todo!) apaixonado pela irmã do melhor amigo 

Juntos...
1.São grandes amigos
2. Comem quantidades escandalosas de bolo de chocolate 
3. Sobrevivem ao pior espectáculo musical do mundo

Julia Quinn tem para eles planos que incluem...
1. Uma febre mortífera 
2. Momentos (muito!) embaraçosos
3. Um final desesperadamente romântico

(Pode conter spoilers)
Mais uma vez, Julia Quinn não me decepcionou. Bem ao seu estilo a autora traz-nos uma história de amor e aventuras entre Honoria e Marcus. Se bem que não seja tão bom como a série Bridgerton (os quais podemos rever em momentos fugazes durante as páginas deste livro), é uma história que nos prende e nos cativa desde o início. É um livro que nos traz mais doçura do que erotismo, não fossem eles amigos de infância. Honoria é uma jovem cheia de vida, mas sempre bem educada e sensível. Marcus, por sua vez, tornou-se num homem um pouco solitário e com uma missão: Proteger Honoria de um casamento infeliz, sem que ela o saiba. Isso vai tornar-se numa missão deveras hilariante, acreditem.
O livro centra-se, sobretudo, na tão falada febre fatal que Marcus contrai devido a uma infecção não detectada. Não me importei com isso, mas gostaria de ter visto um pouco mais de "fogo" entre eles os dois, mas estando ele acamado e intermitentemente entre a consciência e a não consciência seria complicado. Adorei ver a dedicação de Honoria para o salvar, mesmo indo contra todas as probabilidades de salvação, uma vez que naquela altura era muito difícil alguém sobreviver a uma infecção tão grande, ainda para mais com tão poucos recursos médicos. Pode-se mesmo dizer que foi o amor, o carinho e a amizade dela que o salvaram. No entanto, a mãe dela também teve uma grande dose de responsabilidade na recuperação de Marcus, e aqui tenho de dizer que gostei imenso de ver que a mãe de Honoria preocupava-se com o bem estar da filha e que não se tinha esquecido dela ou desistido dela, como muitos pensavam. Revelou ser uma mulher cheia de sabedoria e força interior, bem presentes na forma como educou Honoria e o seu filho (melhor amigo de Marcus) que fugiu do país por conta de um mal entendido, causando a todos grandes agonias e tristezas. 
Os momentos em que Honoria e Marcus estão juntos, são sempre momentos cheios de um humor mordaz e sempre, mas sempre sem revelarem o que realmente sentem. Toda a gente sabe (toda a gente que já leu) que Julia Quinn aposta sempre em personagens inteligentes, generosas e muito bem humoradas, com a capacidade de nos fazer rir até às lágrimas e de chorar de emoção. 
Gostei bastante deste livro e aguardo ansiosamente pelo segundo volume desta nova série de Julia Quinn que promete muitas boas horas de leitura e de lazer.