25/02/2014

Feira do Livro - Lisboa


«A Feira do Livro está de regresso a Lisboa para mais uma edição. Entre os dias 29 de Maio e 15 de Junho, Lisboa – mais concretamente o Parque Eduardo VII - volta a ser palco da grande festa do livro, que celebra, este ano, a sua 84.ª edição.

A Feira do Livro de Lisboa constitui uma das manifestações mais significativas da vida cultural da cidade, com particular incidência na promoção do livro, da leitura e do diálogo entre autores e o público.

Esta edição, o evento volta a contar com horário alargado, oferecendo aos visitantes a possibilidade de usufruir da companhia dos livros por mais tempo: de segunda a quinta-feira, das 12:30 às 23:00; sexta-feira, das 12:30 às 24:00; sábados e vésperas de feriado, das 11:00 às 24:00; domingos e feriados, das 11:00 às 23:00.

A 84.ª edição da Feira do Livro de Lisboa é organizada pela APEL – Associação Portuguesa de Editores e Livreiros e conta com o apoio da câmara de Lisboa.»

In - Público

Bones - Os livros que inspiraram a série

Aproveite a descida nos preços dos livros de mistério, crime e ciência forense 
e conheça a verdadeira Temperance Brennan que inspirou a série Ossos.

   


Grupo Leya, Leyaonline

Comparando Capas - Cinder

Cá estou mais uma vez.. livrinho lido, comparar capas.. acham bem? Eu acho ;)

Desta vez o livro é o Cinder de Marissa Meyer.

As capas não divergem muito, mesmo em edições para Kobo e Kindle.

Aqui ficam elas:

Original
Cinder (The Lunar Chronicles, #1)
Espanha
Cinder (Crónicas Lunares, #1)
República Checa
Cinder (Měsíční kroniky, #1)
Alemanha
Wie Monde so silbern (Luna-Chroniken, #1)














Itália
Cinder (Cronache lunari, #1) 

Portugal
Cinder (Lunar Chronicles, #1)

França
Cinder (Chroniques lunaires, #1)

Sinceramente... gosto muito da Capa Portuguesa. Dá a ideia de inocência e de adolescência da personagem principal. Mas gosto muito da original.

E vocês? Qual ou quais mais gostam?

Quem é? - Marissa Meyer

Marissa Meyer

Kali Raisl

vive em Tacoma, Washington, na companhia do marido e de dois gatos. É fã de coisas bizarras, como Sailor Moon ou Firefly e organiza a biblioteca por cores. Desde criança que é apaixonada por contos de fadas, um mundo que não tenciona abandonar. Pode ser que seja cyborg, ou talvez não. Cinder é o seu primeiro romance.

Em Portugal conta já com dois livros publicados, através da Planeta:

Cinder (Crónicas Lunares I)
Scarlett (Crónicas Lunares II)

Página da Autora - 
Página GoodReads da Autora - https://www.goodreads.com/MarissaMeyer


Opinião - "Cinder" de Marissa Meyer

Cinder (Lunar Chronicles, #1) 
Com dezasseis anos, Cinder é considerada pela sociedade como um erro tecnológico. Para a madrasta, é um fardo. No entanto, ser cyborg também tem algumas vantagens: as suas ligações cerebrais conferem-lhe uma prodigiosa capacidade para reparar aparelhos (autómatos, planadores, as suas partes defeituosas) e fazem dela a melhor especialista em mecânica de Nova Pequim. É esta reputação que leva o príncipe Kai a abordá-la na oficina onde trabalha, para que lhe repare um andróide antes do baile anual. 
Em tom de gracejo, o príncipe diz tratar-se de «um caso de segurança nacional», mas Cinder desconfia que o assunto é mais sério do que dá a entender. 
Ansiosa por impressionar o príncipe, as intenções de Cinder são transtornadas quando a irmã mais nova, e sua única amiga humana, é contagiada pela peste fatal que há uma década devasta a Terra. A madrasta de Cinder atribui-lhe a culpa da doença da filha e oferece o corpo da enteada como cobaia para as investigações clínicas relacionadas com a praga, uma «honra» à qual ninguém até então sobreviveu. Mas os cientistas não tardam a descobrir que a nova cobaia apresenta características que a tornam única. Uma particularidade pela qual há quem esteja disposto a matar.


Por onde devo começar esta opinião (é sempre a minha grande dificuldade)? 
Para começar, dizer que já tinha visto este livro há algum tempo, mas não sei porquê nunca tinha tido grande curiosidade em lê-lo. Talvez por tratar-se de tecnologias e afins. A seguir dizer, que foi por causa da minha amiga Cata (do blog Páginas Encadernadas) que o comecei a ler. Isso porque criou-se um grupo de leitura para ler e discutir este livro. Li-o em inglês , em formato ebook, se calhar por estas razões, os primeiros treze capítulos foram mais "penosos" de ler. Isto porque, apesar de adorar a língua, muito raramente leio em Inglês. Engraçado que depois de começarmos a ler numa língua diferente da nossa, começamos a pensar também num idioma diferente do nosso, neste caso em english. Bem, dispersões à parte, o que achei eu do livro? 
Fiquei muito surpresa pelo rumo que a história levou e ao mesmo tempo achei imensa piada às semelhanças com a história original da Cinderela. A cena da madrasta má, das irmãs (embora uma delas seja amorosa), a cena do baile, do vestido sujo e, inevitavelmente, do Príncipe. 
Cinder é uma mecânica, da cidade de Pequim, metade humana, metade ciborgue. Ou melhor, 36% ciborgue. Vive sob a guarda da sua madrasta (guardiã) Adri e tem Pearl (a irmã má) e Peony (a irmã boa). Foi adoptada algures na Europa pelo marido de Adri, que entretanto, morreu devido à Letumose (uma doença contagiosa que se propaga por todos os cidadãos daquela cidade). Não quero alongar-me muito e começar a estragar-vos a leitura, pois uma opinião não tem esse propósito. Ao longo da história, e apesar de Cinder ser ciborgue, reparamos que toda ela é sensações e sentimentos. Apaixona-se pelo Príncipe Kai, que entretanto também perdeu o seu pai, o Rei, para a Letumose. Em vista a uma paz terrestre, Kai tem de casar-se com a Rainha Levana, Rainha da Lua, ou como eles tantas vezes referem, Rainha Lunar. Quando Levana aparece em cena, acabo por não conseguir discernir muito bem quem é a rainha má da história da Cinderela. Se Adri (A guardiã de Cinder), ou se Levana. 
Por todo o reino os lunares são criaturas não bem-vindas à Terra e quando Kai dá a entender que tem de casar-se com a rainha, todos os habitantes ficam revoltados. 
Kai não tem noção de que Cinder é uma ciborgue e apaixona-se por ela, dificultando em muito, as intenções de se casar com outra, ainda por cima alguém que ele detesta. 
Grandes descobertas sobre Cinder são feitas durante o livro (não vos vou spoilar, porque não gostaria que o fizessem comigo), mas a partir do 5º capítulo, mais ou menos, já estava completamente "dentro" da história. 
A escrita de Marissa Meyer é muito boa, tendo em conta que tem de, obrigatoriamente, usar termos técnicos de robótica. Termos esses que chegam até nós, leitores, de uma forma muito simples e compreensível. 
Não gostei muito do final, mas tendo em conta que tem continuação, acho que se justifica a maneira como termina. Gostaria de ver um Kai mais combativo e mais duro no segundo livro. Um homem que lutasse pelo amor que existe entre ele e Cinder, apesar de tudo. 

Recomendo

Opinião - "Cinder" de Marissa Meyer

Cinder (Lunar Chronicles, #1) 
Com dezasseis anos, Cinder é considerada pela sociedade como um erro tecnológico. Para a madrasta, é um fardo. No entanto, ser cyborg também tem algumas vantagens: as suas ligações cerebrais conferem-lhe uma prodigiosa capacidade para reparar aparelhos (autómatos, planadores, as suas partes defeituosas) e fazem dela a melhor especialista em mecânica de Nova Pequim. É esta reputação que leva o príncipe Kai a abordá-la na oficina onde trabalha, para que lhe repare um andróide antes do baile anual. 


Em tom de gracejo, o príncipe diz tratar-se de «um caso de segurança nacional», mas Cinder desconfia que o assunto é mais sério do que dá a entender. 


Ansiosa por impressionar o príncipe, as intenções de Cinder são transtornadas quando a irmã mais nova, e sua única amiga humana, é contagiada pela peste fatal que há uma década devasta a Terra. A madrasta de Cinder atribui-lhe a culpa da doença da filha e oferece o corpo da enteada como cobaia para as investigações clínicas relacionadas com a praga, uma «honra» à qual ninguém até então sobreviveu. Mas os cientistas não tardam a descobrir que a nova cobaia apresenta características que a tornam única. Uma particularidade pela qual há quem esteja disposto a matar.



Por onde devo começar esta opinião (é sempre a minha grande dificuldade)?

Para começar, dizer que já tinha visto este livro há algum tempo, mas não sei porquê nunca tinha tido grande curiosidade em lê-lo. Talvez por tratar-se de tecnologias e afins. A seguir dizer, que foi por causa da minha amiga Cata (do blog Páginas Encadernadas) que o comecei a ler. Isso porque criou-se um grupo de leitura para ler e discutir este livro. Li-o em inglês , em formato ebook, se calhar por estas razões, os primeiros treze capítulos foram mais "penosos" de ler. Isto porque, apesar de adorar a língua, muito raramente leio em Inglês. Engraçado que depois de começarmos a ler numa língua diferente da nossa, começamos a pensar também num idioma diferente do nosso, neste caso em english. Bem, dispersões à parte, o que achei eu do livro?
Fiquei muito surpresa pelo rumo que a história levou e ao mesmo tempo achei imensa piada às semelhanças com a história original da Cinderela. A cena da madrasta má, das irmãs (embora uma delas seja amorosa), a cena do baile, do vestido sujo e, inevitavelmente, do Príncipe.
Cinder é uma mecânica, da cidade de Pequim, metade humana, metade ciborgue. Ou melhor, 36% ciborgue. Vive sob a guarda da sua madrasta (guardiã) Adri e tem Pearl (a irmã má) e Peony (a irmã boa). Foi adoptada algures na Europa pelo marido de Adri, que entretanto, morreu devido à Letumose (uma doença contagiosa que se propaga por todos os cidadãos daquela cidade). Não quero alongar-me muito e começar a estragar-vos a leitura, pois uma opinião não tem esse propósito. Ao longo da história, e apesar de Cinder ser ciborgue, reparamos que toda ela é sensações e sentimentos. Apaixona-se pelo Príncipe Kai, que entretanto também perdeu o seu pai, o Rei, para a Letumose. Em vista a uma paz terrestre, Kai tem de casar-se com a Rainha Levana, Rainha da Lua, ou como eles tantas vezes referem, Rainha Lunar. Quando Levana aparece em cena, acabo por não conseguir discernir muito bem quem é a rainha má da história da Cinderela. Se Adri (A guardiã de Cinder), ou se Levana.
Por todo o reino os lunares são criaturas não bem-vindas à Terra e quando Kai dá a entender que tem de casar-se com a rainha, todos os habitantes ficam revoltados. 
Kai não tem noção de que Cinder é uma ciborgue e apaixona-se por ela, dificultando em muito, as intenções de se casar com outra, ainda por cima alguém que ele detesta.
Grandes descobertas sobre Cinder são feitas durante o livro (não vos vou spoilar, porque não gostaria que o fizessem comigo), mas a partir do 5º capítulo, mais ou menos, já estava completamente "dentro" da história. 
A escrita de Marissa Meyer é muito boa, tendo em conta que tem de, obrigatoriamente, usar termos técnicos de robótica. Termos esses que chegam até nós, leitores, de uma forma muito simples e compreensível.
Não gostei muito do final, mas tendo em conta que tem continuação, acho que se justifica a maneira como termina. Gostaria de ver um Kai mais combativo e mais duro no segundo livro. Um homem que lutasse pelo amor que existe entre ele e Cinder, apesar de tudo.

Recomendo

24/02/2014

Passatempo "Acredita e Vencerás" inclui convite para o lançamento do livro


O passatempo do livro "Acredita e Vencerás" ainda está a decorrer. Todos os interessados têm até ao dia 14 de Março para concorrerem e assim se habilitarem a ganhar um dos cinco exemplares a concurso. Podem participar através deste Link: https://www.facebook.com/acreditaevenceras/app_79458893817

O passatempo inclui agora a oferta de convites para o evento de lançamento do livro, aos vencedores.

Podem ainda ler os 15 capítulos do livro aqui:https://www.facebook.com/acreditaevenceras/app_309178692457460

21/02/2014

«As Portas da Meia-Noite», Lara Adrian, em Março


Uma encruzilhada entre morte e desejo

Numa encruzilhada entre a morte e o desejo, uma mulher saboreará um prazer a que nenhum mortal será capaz de sobreviver.
No árido e gélido deserto do Alasca, a ex-agente da polícia Jenna Darrow consegue sobreviver a um acontecimento inexplicável que a fere no corpo e na alma. Contudo, a sua fuga traz-lhe um desafio ainda maior. No seu interior estão a ocorrer mudanças estranhas, e ela luta consigo própria para tentar compreender e controlar uma nova fome. Para isso, refugia-se em Boston no recinto da Ordem, uma antiga raça de guerreiros vampiros cuja própria existência está rodeada de mistério. Possivelmente, o mais misterioso de todos é Brock, um macho alfa melancólico de olhos negros e aspeto ameaçador cujas mãos têm o poder de consolar, curar... e seduzir.
Enquanto recupera com os cuidados de Brock, Jenna sente-se atraída pela missão da Ordem: fazer com que um inimigo cruel e o seu respetivo exército de assassinos pare de submeter a humanidade a um reino de terror. Apesar da determinação de ambos em lutar contra os próprios sentimentos e deixar-se levar apenas por uma atração física, Jenna e Brock ver-se-ão envolvidos num desejo muito mais selvagem do que a vida e mais forte do que a morte... Até que um segredo do passado de Brock e a mortalidade de Jenna submeterão o amor proibido que ambos sentem um pelo outro a uma última prova de fogo.


A Raça vive entre a humanidade há milhares de anos,
mantendo uma paz provisória
baseada no sigilo, no poder e na justiça feita
pelos formidáveis guerreiros da Ordem.

Mas agora está prestes a começar uma guerra de sangue dentro da Raça. Os vampiros estão a tornar-se Renegados em cada vez maior número, alimentando-se indiscriminadamente, matando humanos nas ruas. Cabe à Ordem parar a propagação da ameaça de dominação dos Renegados - e, ao fazê-lo, cada um dos guerreiros será forçado a enfrentar os seus demónios, os seus segredos mais obscuros, os seus medos mais profundos. Alguns conhecerão o triunfo, outros a perda, mas cada guerreiro pode contar com uma coisa: o amor, quando o encontra, vem muitas vezes no pior momento possível, com a mulher menos provável… e fará ajoelhar cada um desses poderosos machos.

«Fazer com uma longa série evolua de forma intrigante não é tarefa fácil. Porém, Lara Adrian parece fazê-lo com aparente facilidade. Será
interessante ver o que vem a seguir!»
Romantic Times BookReviews

«Uma excelente adição para a série Raça da Meia-Noite.»
Fresh Fiction

«Os leitores que adoram esta série irão adorar a nova adição ao enredo. Os que leem Lara Adrian pela primeira vez irão gostar da história por
todas as suas complexidades e subtilezas, bem como
pelo seu maravilhoso romance e suspense
Eye on Romance