19/03/2020

Novidade Editorial Planeta | Morrer é só não ser visto | Inês de Barros Baptista

Morrer é só não ser visto, de Inês de Barros Baptista, é um dos livros mais vendidos no mercado sobre luto e perda. Chegou às livrarias a 17 de março a 10.ª edição com nova capa.

Um livro corajoso e único sobre a morte e os mistérios da vida.

Inês de Barros Baptista reúne testemunhos surpreendentes e desassombrados, sobre pessoas que perderam entes queridos. São histórias de vida que nos tocam pela capacidade de transmitir sentimentos e emoções, sem máscaras, e que nos inspiram pela força inusitada destas experiências.

A autora partilha também a sua própria experiência sobre a morte do marido quando tinha 32 anos e este estava a um mês de completar 33.


«A morte, para mim, sempre foi uma coisa muito natural. A ponto de acreditar que a vida era quase um interregno. Vínhamos cá passar uns tempos, vivíamos o melhor que podíamos e sabíamos, e íamo-nos embora outra vez... E eu achava que quando nos íamos embora, podíamos continuar a tomar conta dos que cá ficavam. Podíamos interceder por eles, ajudá-los... Mas agora o silêncio é tão grande que eu já não tenho a certeza de nada. Já não sei se isso é verdade.»
Rosa Lobato de Faria

«A morte é, hoje em dia, um tabu muito maior do que o sexo. E, por isso, as pessoas espantam-se quando alguém fala sobre a morte, quando alguém fala abertamente sobre a morte, as pessoas acham que há ali qualquer coisa que não está certa e eu tenho muita experiência disso.»
José Luís Peixoto

«Se uma perda é difícil, imagine-se o que não é perder a família inteira! Entrei em fase de negação. Não queria acreditar, não podia acreditar que fosse verdade. Como é que aquilo tinha acontecido?! A par da negação, sentia uma raiva enorme. Como é que eles se tinham ido embora todos sem mim?»
Maria Costa

Sobre a autora...
Inês de Barros Baptista nasceu em Lisboa a 29 de setembro de 1966. Publicou o primeiro livro aos dezasseis anos, O Dia e a Menina Fada, vencedor do Prémio Revelação de Literatura Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. Trabalhou como jornalista durante vários anos, foi directora da revista Pais & Filhos e colaboradora da revista Pública. É autora de Há Vozes na Ilha, Pede Um Desejo, Os Dias da Luz, Quem Era Eu Antes de Mim?, O Tesouro da Moura Encantada, Índigo – O Mistério do Rapaz de Luz, O Cromossoma do Amor, Não Faz Diferença Nenhuma, Mães como Nós e Mandalas e Haikus para colorir e meditar. Actualmente, dedica a maior parte do seu tempo ao projecto Mandal’Arte, realizando mandalas com elementos naturais para decoração de eventos e dinamizando a construção de mandalas coletivas em espaços públicos.  
É mãe da Francisca, do Lucas, da Madalena e da Luísa.

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