25/06/2019

Passatempo Presença | Há Algo Estranho na Água | Catherine Steadman | Resultados

Bom dia a todos!!
Já tenho vencedor (a) para este livro que, pelo que tenho percebido, toda a gente quer ler e acho que com toda a razão porque é um livro que promete!!



Erin, autora de documentários televisivos, está à beira de uma reviravolta profissional. Mark é um atraente gestor de investimentos com um futuro risonho. Parecem ter tudo para serem felizes, até que Mark perde o emprego, o que ensombra a vida perfeita do casal. Mas ambos estão determinados a fazer com que as coisas resultem. Decidem partir para uma lua de mel num local paradisíaco, confiantes de que tudo se resolva - afinal, têm-se um ao outro.

Em Bora Bora, Mark leva Erin a fazer mergulho. Mark está com ela, Erin sabe que está segura. Vai correr tudo bem. Porém, descobrem algo estranho na água...

O casal decide manter a sua descoberta em segredo - se mais ninguém souber o que eles encontraram, que mal poderá haver nisso Mas a decisão que tomam desencadeia uma devastadora sequência de acontecimentos... que vai pôr em causa tudo o que lhes é mais querido.

Assim sendo, aqui fica a nossa feliz vencedora sorteada de entre 549 Participações Válidas

Muitos parabéns Rita! Será contactada via email para nos facultar a sua morada para podermos proceder ao envio do seu livro!

Aos restantes, fiquem atentos aos próximos passatempos e muito obrigada pela vossa participação!

21/06/2019

Rubrica | Acabado de Chegar | Novas Aquisições | #5

Esta semana foi recheada de coisas (=livros) muito boas!! Tenho ainda de ler os anteriores volumes desta autora, pelo que este "O Suspeito" ainda vai ter de esperar um pouquinho... mas não muito, prometo!

"O Suspeito" de Fiona Barton, foi-me gentil e generosamente enviado através da parceria com a Planeta.

Família, culpa, suspeita, responsabilidade e amor incondicional.

A polícia fazia parte de um outro mundo, o que se via na televisão ou nos jornais. Não o deles.
Quando duas jovens de dezoito anos desaparecem durante as suas férias de ano sabático na Tailândia, as famílias são lançadas para a ribalta internacional: desesperadas, tomadas de angústia e presas de uma inquietação frenética. O que andavam as raparigas a fazer antes de terem desaparecido?
A jornalista Kate Waters faz sempre tudo o que pode para ser a primeira a chegar a uma história, a primeira a obter o exclusivo, a primeira a descobrir a verdade, e esta vez não constitui excepção. Contudo, não consegue deixar de pensar no seu próprio filho, que não vê há dois anos, desde que saiu de casa para viajar. Desta vez o caso é pessoal.
À medida que o caso das raparigas desaparecidas se vai desenrolando, percebe-se que, mesmo a tão grande distância, o perigo pode ocultar-se mais próximo de casa do que se poderia imaginar…

Críticas
«Um thriller perfeitamente concebido, elegante e bem escrito que fará o leitor ansiar pela conclusão.»
Cara Hunter

«Fiona Barton criou um cenário de pesadelo e entreteceu-o numa narrativa sinistra e retorcida… É um livro dotado de conteúdo e de um fim provocador e surpreendente que dá muito que pensar.»
Lesley Kara, autora de The Rumor

«Em O Suspeito , Fiona Barton entretece uma mescla de verdades universais com uma história empolgante.» USA Today 3 estrelas e ½ de um total de 4) «Totalmente absorvente… Durante dois dias vivi dentro deste livro, e ainda continuo a pensar nele. Soberbo!» 
Shari Lapena, autora best-seller do The New York Times

Críticas de imprensa
«A história empolgante de duas jovens desaparecidas e dos pais que se inquietam por causa delas. Os dois primeiros livros de Fiona Barton, A Viúva e O Silêncio , foram best-sellers internacionais… O Suspeito merece o mesmo êxito. Está… primorosamente escrito… as personagens criadas por Barton são excepcionais.»
The Washington Post

20/06/2019

Rubrica | Acabado de Chegar | Novas Aquisições | #4

Esta semana tive o prazer de receber este livro que promete fazer as delícias de muitos leitores que gostam do género!
Recebi-o através da parceria com a Porto Editora e mal posso esperar para lhe poder pegar como deve ser!!
«Eu enterrei-te. Estivemos junto à tua lápide no cemitério. Chorámos e despedimo-nos.
Mas eu nunca deixei de te amar. Procurei-te em todas as multidões, em todos os rostos, em todos os autocarros, em todas as ruas. Ano após ano.»
Stella Widstrand é uma psicoterapeuta respeitada. Casada com um homem carinhoso, mãe de um rapaz de 13 anos, com uma casa invejável e um bom carro, parece ter tudo para ser feliz. Porém, há no seu passado um terrível acontecimento que nunca foi verdadeiramente superado.
Quando um dia Stella vê entrar no seu consultório a jovem Isabelle, suspeita que se trata na realidade de Alice, a sua filha desaparecida durante um passeio em família cerca de vinte anos antes, e que todos julgavam morta.
Mas será realmente a filha de Stella? Estará a imaginação a pregar-lhe mais uma partida? Como poderá confirmar tal suspeita sem que a considerem louca? E se Isabelle for mesmo a sua filha, o que lhe aconteceu afinal? Como desapareceu? Para obter respostas, Stella inicia uma busca obsessiva e perigosa pela verdade, colocando em risco a vida que levou vinte anos a construir.

Elisabeth Norebäck estreia-se na escrita com um thriller psicológico inquietante que evoca o amor maternal e o maior medo que uma mãe pode sentir: o da perda de um filho. Em Diz-me Que És Minha, o leitor assiste à luta entre prudência e loucura, passado e presente, ilusão e realidade, mas sobretudo entre vida e morte.

19/06/2019

Rubrica | Acabado de Chegar | Novas Aquisições | #3

Como vos tinha dito, na semana passada recebi o Volume II dos livros Spin-Off da série Pede-me o que quiseres da autora já tão bem conhecida em portugal, Megan Maxwell.

Ora, aqui está ele, prontinho a ser *devorado* 

Eric Zimmerman, um dos homens mais desejados do planeta, conta-nos o seu ponto de vista da saga erótica mais sensual de sempre.

Após um casamento e uma lua-de-mel de sonho, a minha vida com Judith começa a normalizar. Durante o dia, enquanto trabalho na minha empresa, a minha maravilhosa mulher teima em contrariar-me em tudo o que pode.
Apesar de nos amarmos muito, somos especialistas em nos zangarmos e reconciliarmo-nos… Mas um dia chega-me aos ouvidos um malicioso comentário que me fará perder a confiança em Judith. Dias difíceis, noites em claro. Discussões. Problemas, muitos problemas.
Felizmente, a minha Morenita faz-me ver a razão e apercebo-me do parvo e quadrado, para não dizer imbecil, que sou, e uma vez solucionado tudo larga-me uma bomba: vou ser pai! Se a minha vida já tinha dado uma volta de cento e oitenta graus quando conheci Judith, nem quero imaginar o que mudará quando nascer o bebé.

Uma história que faz sonhar, com ritmo, paixão e sentimentos à flor da pele.


18/06/2019

Opinião | A Mãe | Melanie Golding | Planeta

Tive o prazer e o orgulho enorme de receber este livro na sua versão de cópia de leitura avançada e quando o recebi, tenho de dizer que estava muito na expectativa, até porque não sabia do que se tratava, nem sequer o título. Estava, como se costuma dizer, um bocadinho a medo do que iria encontrar impresso naquelas páginas. No entanto, e embora ainda não soubesse quando seria publicado e nem como seria a capa final, tive de dar a mão à palmatória e admitir que este livro tem tudo para ser um êxito em Portugal, agora que foi revelado ao público.
De uma forma aterradora, mas ao mesmo tempo atraente e viciante, a autora consegue incutir nos leitores aquele medo mais primordial e sincero que existe. O medo de perder aqueles que são nossos, que ajudamos a trazer ao mundo, com mais ou menos sofrimento, mas que durante tanto tempo fez parte de nós. 
Através de Lauren, a autora faz-nos lembrar de todos os medos que geralmente acorrem à mente e ao coração de uma mãe de primeira viagem. O medo de não se saber tratar do nosso filho, o medo de não lhe sentir aquele amor instantâneo que todas as mães dizem que sentem assim que vêem os seus filhos, o medo de não se ser suficiente para criar e educar aquele pequeno ser vivo e prepará-lo para ser alguém no mundo.
Recorrendo a antigos e assustadores contos de fadas, Melanie Golding, a autora, cria um acontecimento aterrador para Lauren, recém mãe de gémeos. Embora na mente de Lauren esteja presente o medo de falhar para com os seus bebés, no seu coração ela sabe que eles são a única razão de viver dela. Apesar de ser completamente iguais na aparência, mas distintos nas suas personalidades, Lauren é a única que os consegue distinguir sem recurso a marcas ou truques de reconhecimento, ao contrário de todos os restantes, incluindo o marido. Esse reconhecimento individual que Lauren tem dos seus bebés será essencial para que ela consiga ficar com eles, apesar de tudo o que lhe dizem e que afirmam ser apenas acontecimentos fictícios criados pela sua mente perturbada e inconstante.
A forma como Lauren enfrentou todos os que a rodeavam, estando ela correcta ou não, revela como todas as mães defendem os seus filhos contra tudo e contra todos e, no final das contas, a única coisa que todas as mães querem, é ficar e cuidar das suas crias com todo o cuidado e amor que só uma mãe consegue.
Melanie Golding, consegue transportar-nos exactamente para o centro de tudo com a sua escrita detalhada, sem deixar nenhum pormenor de parte, fazendo com que assistamos a tudo sem poder fazer nada. É aterrador. Sabemos de tudo o que se está a passar e, ao mesmo tempo, estamos sempre na dúvida do que realmente está a acontecer, se será mesmo a verdade ou algo que nos transcende. Muitas vezes dei por mim a acreditar que realmente tudo aquilo era sobrenatural. A sorte de Lauren, e nossa também, é que houve sempre uma pessoa que acreditou nela. Não podia deixar de referir a sargento detective Joanna Harper, que acorreu às súplicas de Lauren e, por conta própria tentou desvendar todo o mistério em volta de Lauren e dos seus gémeos idênticos. Harper conseguiu a minha atenção desde que apareceu, basicamente. Com um passado também carregado com as suas próprias dores, que permanecem até aos dias de hoje, é uma personagem fulcral neste livro. Inteligente e astuta, não deixou nenhuma pista de fora, e, mesmo indo contra os seus superiores, embarca numa investigação que vai muito além do presente. A meu ver, sem Joanna Harper e a sua personalidade forte e teimosa, este livro não seria a mesma coisa.
Agora, fica a dúvida: Serão mesmo contos de fadas, aqueles que estão escritos para contarmos às nossas crianças antes de irem dormir? Ou serão apenas verdades disfarçadas que nos fazem estremecer de terror e de aflição pelo que se passou em tempos?
Este é, efectivamente, um livro diferente. Um livro que fará qualquer leitor ficar com o coração a bater mais depressa e a mente cheia de perguntas e dúvidas em relação a si mesmo, quer seja mãe ou pai. Já acabei o livro há alguns dias, mas ainda hoje, enquanto escrevo esta opinião, recordo-me de tudo o que li e sinto a mesma emoção e sensação de impotência e de terror que senti nas horas em que o li (devorei).
Assim sendo, espero sinceramente que este livro tenha muito sucesso e que tenhamos muitos mais ainda por vir desta autora que promete livros igualmente intensos e cheios de emoções.