06/11/2015

[Relançamento Guerra&Paz] O novo «O Principezinho», o da capa preta, em novíssima tradução

A Guerra e Paz e o Clube do Livro SIC abraçam a história intemporal que o piloto francês Antoine de Saint-Exupéry escreveu pouco antes de morrer durante a II Guerra Mundial. Clássico da literatura, O Principezinho é um dos livros mais amados pelos leitores de todo o mundo e chega às livrarias a 11 de Novembro com uma novíssima tradução, assinada por Rui Santana Brito e Manuel S. Fonseca.


O Principezinho
Antoine de Saint-Exupéry
15x20
136 páginas 
8,99 €
Guerra e Paz|Clube do Livro SIC

Nas livrarias a 11 de Novembro

Este é um dos livros mais amados pelos leitores de todo o mundo. À primeira vista, é um livro muito simples. Um principezinho fala com um aviador em apuros e cativa-o. Mas que mensagem nos quererá transmitir esse viajante que, vindo de um asteróide, é tão semelhante a qualquer um de nós? O principezinho é uma criança, um menino apenas, e conta histórias. Fala com rosas, fala com reis, fala com serpentes. São alegorias talvez, impregnadas da tristeza serena de quem anda à procura. Um principezinho e um aviador andam, no deserto, à procura. A busca deles é o espelho da nossa procura diária, encantada ou desencantada, de um sentido para a vida.

NOVÍSSIMA TRADUÇÃO DE
Rui Santana Brito · Manuel S. Fonseca

Biografia do autor
Antoine de Saint-Exupéry
Nasceu em Lyon, no começo do século XX, a 29 de Junho de 1900. Morreu no céu, quando o 
seu avião foi atingido por um atirador alemão, durante a II Guerra Mundial.
Não foi um grande aluno. Do que ele gostava era de mecânica e não admira que tenha 
acabado por ser piloto de aviões quando chegou a adulto – se é que algum dia chegou a 
adulto. Era piloto de aviões, mas a sua imaginação voava sozinha e escrevia romances, 
poemas, reportagens. Dizem, por isso, que foi poeta, romancista, jornalista.
Vol de Nuit, Terre des Hommes e Pilote de Guerre são três dos seus mais importantes livros, 
marcados pela experiência da viagem, da missão e também da guerra. Mas foi O Principezinho 
que lhe conferiu as asas da imortalidade. O paraíso perdido da infância e a memória da mágica 
solidão do deserto são o alimento de um livro que é uma poética e única combinação de 
palavras e imagens.

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