30/01/2020

Novidade Saída de Emergência | Uma Mensagem Através da Vedação | Doug Gold

Nas Livrarias a 31 de Janeiro

Através da história verídica de Josefine Lobnik, uma resistente política que ajudou soldados e prisioneiros de guerra a escapar aos nazis, e de Bruce Murray, um soldado neozelandês que foi capturado na Grécia e enviado para a Eslovénia, Doug Gold apresenta-nos um retrato dramático das relações em tempo de guerra e da destruição que assolou a Europa e o mundo.

Um testemunho extraordinário de duas pessoas comuns que viveram as inimagináveis dificuldades do bárbaro regime de Hitler. Na Europa ocupada pelos nazis, dois estranhos conhecem-se por acaso. Um deles é uma resistente eslovena, que atira um bilhete amarrotado através de uma vedação de arame farpado e foge por entre a neve. O outro é um prisioneiro de guerra.

Narrada através dos relatos de fugas audaciosas, traições, tortura e retaliação, esta é uma notável história de amor que sobreviveu a todas as contrariedades.

Sobre o Autor...
DOUG GOLD teve uma carreira de sucesso nos media e tem uma paixão por histórias baseadas em factos reais. Conheceu Bruce e Josefine na década de 80 e desde que ouviu este extraordinário relato de bravura, resiliência, resistência e amor decidiu que era uma história que tinha de ser contada. Vive em Wellington com a sua mulher, Anemarie, a ilha mais velha de Josefine e Bruce. Pode consultar mais informações sobre esta incrível história em www.thenotethroughthewire.com

Novidade Vogais | Estado Crítico | Dr. Matt Morgan

​Médico especialista em cuidados intensivos, o Dr. Matt Morgan conta-nos o que acontece quando as coisas correm terrivelmente mal. Uma das histórias é a de Roald Dahl, o famoso escritor de livros infantis, acometido por várias tragédias. O seu filho foi atropelado aos 3 meses e sofreu uma lesão cerebral. A filha Olívia morreu vítima de sarampo aos 7 anos. E a mulher, a actriz Patricia Neal, sofreu um aneurisma cerebral com apenas 39 anos. A tudo isto, Dahl reagiu com tenacidade e energia, tentando encontrar a solução para cada problema. O seu emocionado apelo à vacinação ainda hoje é usado em campanhas de saúde pública.

Numa altura em que tanto se discute o futuro e a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde, este livro dá-nos a conhecer as fragilidades, mas também as forças e virtudes, do SNS britânico, permitindo estabelecer comparações com o SNS português.

Estado Crítico: Histórias do Limiar da Vida Humana (ed. Vogais | 272 pp| 16,59€) apresenta um olhar comovedor e perspicaz ao mundo da medicina e das pessoas que foram mudadas por ela, para sempre. 
A Vogais disponibiliza os primeiros capítulos para leitura aqui.
 Nas livrarias a 03 de fevereiro.

O Dr. Matt Morgan guia-nos pela UCI, onde nos apresenta alguns dos casos mais interessantes e memoráveis em que trabalhou, como o estudante de 17 anos com uma infecção misteriosa, ou o jovem pai que caiu inanimado no chão vítima de um AVC fulminante, ou o homem a quem no espaço de horas o coração parou 20 vezes, ou ainda a grávida que se viu na iminência de ter de escolher entre salvar a sua vida ou a do seu bebé. Ficamos a conhecer não só as suas histórias, mas também como funciona o mundo impressionante do corpo humano. Nem todas as histórias têm finais felizes, mas todas celebram a resiliência do espírito humano.

SOBRE O AUTOR
Matt Morgan é médico de medicina intensiva na Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital Universitário de Gales e senior fellow honorário da Faculdade de Medicina da Universidade de Cardiff, na Escócia. Começou a sua carreira na medicina militar, como oficial da Real Força Aérea, obteve o seu doutoramento usando a Inteligência Artificial para ajudar a resolver problemas médicos complexos e trabalhou em alguns dos maiores hospitais do Reino Unido e da Austrália. Apaixonado por educação para a saúde, contribui com artigos para revistas e livros científicos e participa em conferências por todo o mundo. Saiba mais sobre o autor: https://drmattmorgan.com.

24/01/2020

Opinião | Não Digas Nada à Mamã | Toni Maguire | Edições ASA

Toni tinha apenas seis anos quando o seu mundo ruiu.
Quando o pai teve a sua primeira atitude obscena, a pequena Toni arranjou coragem para contar à mãe o que tinha acontecido, certa de que esta traria a normalidade de volta à sua vida. Mas a mãe fez o impensável: disse-lhe para nunca mais falar nesse assunto.
Não Digas Nada à Mamã é o relato verídico e tocante da pior das traições; uma história de coragem que inspirou centenas de milhares de leitores em todo o mundo.

Tenho de ser sincera e admitir que fiquei um bocado chocada com o relato desta mulher, vitima de abusos sexuais violentos, quando criança, no seio da sua própria casa.
Este livro traz-nos a história de Toni Maguire. A agora mulher que pretende exorcizar todos os males do seu passado enquanto criança ao mesmo tempo que acompanha os últimos dias de vida da mãe. A pessoa que ela mais amava e que, no entanto, fechou os olhos a todo o sofrimento que a filha era sujeita às mãos do próprio pai.
Esta história poderia ser a história de qualquer outra criança, uma vez que são tantas as que são maltratadas tanto a nível físico como psicológico e que não podem contar com ninguém para as salvar de uma infância infeliz e dolorosa. 
Nesta caso, temos Toni, uma menina que até bem perto dos seis anos foi amada e cuidada como se fosse uma princesa, embora não fossem ricos e mudassem de casa várias vezes. Era a menina dos olhos da mãe e, também do pai, quando ele estava por casa.
No entanto, a partir dos seis anos as coisas mudaram e, o que seria um acto normal de um pai que quer ir dar um passeio com a filhota pequenina, passa a um acto deplorável, vergonhoso e hediondo. Um pai que abusa da própria filha pequena, que ainda nem sabe bem o que é o mundo, é, no mínimo um ser desprovido de todo e qualquer senso de rectidão, amor e vergonha. Alguém que, em alguma altura da vida, merecia que lhe fizessem passar pelo mesmo terror e pela mesma dor que ele infligiu à filha por tantos anos.
Seria de esperar que a mãe amada de Toni fosse a primeira a acabar com o que se estava a passar assim que soube da boca da própria filha aquilo que o marido andava a fazer nas costas dela e nos "passeios" que davam sozinhos. No entanto, limitou-se a fechar os olhos todas as vezes em que viu a filha sofrer. A partir da altura em que Toni diz à mãe o que aconteceu, o tratamento amoroso a que estava habituada acaba e passa a ser uma menina negligenciada e abandonada, praticamente à sua sorte. Os únicos amigos que tinha eram os animais que iam resgatando aqui e acolá.
Entre a tentativa de Toni ajudar a sua memória de quando era pequena e o perdoar a mãe antes que ela morra, Toni vai reviver tudo o que passou e desenterrar acontecimentos e sentimentos que tinha enfiado bem fundo da sua memória, mas a verdade é que ela precisava libertar aquela pobre menina traumatizada e triste que vivia dentro dela, e isso só aconteceria se ela enfrentasse as memórias de frente.
Sinceramente, achei traumatizante e dolorosa a forma como Toni nos conta tudo o que aconteceu a ela, uma criança que virou mulher cedo demais e a quem a infância foi traiçoeiramente roubada por quem deveria protegê-la com todas as forças e por todos os meios.

Uma das muitas frases que me marcaram, pela forma como nos transmite a dor daquela menina, foi:

"Uma tristeza terrível ameaçou tomar conta de mim, enquanto me perguntava como é que duas pessoas capazes de tanto amor uma pela outra, acabaram sentindo tão pouco pela criança que tinham feito entre elas."

20/01/2020

Rubrica | Acabado de Chegar #15 | A Rapariga que Sobreviveu | Leslie Wolfe | Alma dos Livros

Dá gosto começar a semana assim! 
Ainda para mais eu que detesto as segundas feiras .... 
QUE PAVOR!! 

Assim sendo e com a certeza de que muitos de vocês já ouviram falar nesta novidade, deixem-me apresentar o livro do momento!

Laura testemunhou a morte da família, mas o choque apagou-lhe da memória tudo o que aconteceu nessa fatídica noite. O assassino pode ser qualquer pessoa. Enquanto a polícia tenta que ela se recorde do que sucedeu, o homicida vai tentar matar a única testemunha viva do crime: ela.
Por puro instinto de sobrevivência, a menina de cinco anos escondeu-se até que os gritos acabassem. A seguir, um silêncio mortal invadiu a casa. Isto foi há quinze anos.
Durante esse tempo, Laura Watson acreditou que o assassino da família se encontrava preso, aguardando a execução no corredor da morte. Mas, enquanto tenta seguir com a vida junto da família adoptiva, não consegue libertar-se do medo e da incerteza de um dia se lembrar do que ocorreu.
Quando uma aclamada psicóloga propõe a Laura ajudá-la a recuperar as lembranças, ela aceita, ansiosa por lançar alguma luz sobre o seu passado adormecido. O que não sabe é que, quanto mais mergulha nas memórias, mais se torna um alvo para o assassino, que está à solta e não pode permitir que a verdade seja desvendada.

Quem vai querer ler este livro sensação?


Opinião | A Indomável Miss Bridgerton | Julia Quinn | Edições ASA

Por vezes, o amor surge nos lugares mais inesperados…
Não é o caso, desta vez.
Todos esperam que Billie Bridgerton se case com um dos irmãos Rokesby. As famílias são vizinhas desde sempre, e Edward e Andrew os eternos companheiros de brincadeiras de Billie. Tanto um como o outro dariam um excelente marido.
Por vezes, apaixonamo-nos pela pessoa que seria perfeita para nós...
Outras vezes, não.
Há apenas um Rokesby que Billie não tolera de forma alguma: George. Pode ser o mais velho, e o herdeiro do título, mas é arrogante e irritante. Ainda por cima, o ódio é mútuo, algo que lhe convém na perfeição.
Mas, por vezes, o Destino tem um sentido de humor perverso...
Pois quando Billie e George ficarem a sós… (certamente no mais inusitado dos locais!) e os seus lábios relutantes finalmente se unirem num beijo, os dois poderão vir a descobrir que a pessoa que não suportam pode bem ser aquela sem a qual não conseguem viver.

Os fãs dos Bridgerton – para os quais o fim da saga foi o fim do mundo – têm agora uma nova razão para viver. A série Rokesby – que é uma prequela às tão adoradas histórias da família mais extravagante da Regência – não só os traz de volta como conta como tudo começou…


Julia Quinn, de facto, não desilude! Embora a saga Os Bridgerton seja inigualável, esta nova série Os Rokesbys promete ser hilariante.
Billie e George são o casal deste primeiro livro da série. Duas personagens completamente distintas uma da outra mas que, irreversivelmente, vê-se que foram feitos um para o outro. Ela, uma mulher com uma personalidade irreverente e um pouco "maria-rapaz" nutre por George uma inimizade que já vem de longa data. As duas famílias conhecem-se desde sempre e, sendo famílias vizinhas, era de esperar que fossem todos amigos desde a nascença. Sendo assim, George como é o mais velho de todos sempre se sentiu excluído do grupo dos mais novos que incluía os irmãos mais novos e Billie. Nunca houve grande relação entre ele e os mais novos, embora inconscientemente, ele sempre tenha andado atento a Billie.
Ora, Billie agora é uma jovem mulher em idade casadoura que provavelmente será prometida ou a Andrew ou a Edward, os irmãos mais novos de George. Andrew está na Marinha, de momento em casa por baixa médica devido a um braço partido, e Edward anda ao serviço da forças militares, embora no momento ninguém saiba onde ele está, o que provoca grande inquietação em todos.
Sendo irreverente como só ela sabe ser, Billie vê-se em mais uma das suas situações embaraçosas e comprometedoras quando sobe a uma árvore para salvar um gato vadio e cai para cima de um telhado ficando presa, sem forma de descer. Quis o destino que fosse George aquele que se ia colocar na posição de salvador e ficar preso com ela naquele telhado. 
Bastou esses momentos a sós para que aquela chama entre os dois começasse a inflamar e a crescer no intimo dos dois, instalando-se entre ambos um clima tenso e, de certa forma, apaixonante, que faz com que ambos comecem a pensar um no outro de forma diferente e com mais assiduidade.
Daí até chegar a um ponto de ebulição foi num instantinho e adorei a forma como ambos assumiram que tinham sentimentos um pelo outro. Sem constrangimentos, sem fingimentos e sem aquela estranheza que muitas vezes se instala entre os casais.

A meu ver, foi mais um casal escrito nas estrelas e uma série que promete muitas gargalhadas e muitos momentos ternos e apaixonados. Estou curiosa para ver com quem Andrew vai "emparelhar". Gostei mesmo muito dele e da forma divertida e muitas vezes mordaz com que ele enfrenta a vida. Foi um dos primeiros a reparar naquela chama entre Billie e George e, quer-me parecer, que, à sua maneira, teve um dedinho na forma como tudo se desenrolou.

17/01/2020

Rubrica | Acabado de Chegar #14 | Regretting You | Colleen Hoover

Este é o último "menino" publicado pela grandíssima Colleen Hoover. Não consegui resistir e tive mesmo de comprar em inglês, até porque não sei se depois será publicado cá.. Assim, mesmo que seja publicado em Portugal, antecipei-me ...

Portanto, embora ainda não haja versão em português, aqui fica qualquer coisa sobre este novo livro.

From #1 New York Times bestselling author of It Ends with Us comes a poignant novel about family, first love, grief, and betrayal that will touch the hearts of both mothers and daughters.
Morgan Grant and her sixteen-year-old daughter, Clara, would like nothing more than to be nothing alike.
Morgan is determined to prevent her daughter from making the same mistakes she did. By getting pregnant and married way too young, Morgan put her own dreams on hold. Clara doesn’t want to follow in her mother’s footsteps. Her predictable mother doesn’t have a spontaneous bone in her body.
With warring personalities and conflicting goals, Morgan and Clara find it increasingly difficult to coexist. The only person who can bring peace to the household is Chris—Morgan’s husband, Clara’s father, and the family anchor. But that peace is shattered when Chris is involved in a tragic and questionable accident. The heartbreaking and long-lasting consequences will reach far beyond just Morgan and Clara.
While struggling to rebuild everything that crashed around them, Morgan finds comfort in the last person she expects to, and Clara turns to the one boy she’s been forbidden to see. With each passing day, new secrets, resentment, and misunderstandings make mother and daughter fall further apart. So far apart, it might be impossible for them to ever fall back together.

Tenho de admitir que estou mesmo ansiosa por ler este livro
Vamos ver se lhe pego muito, muito em breve!

Boas leituras a todos!

Opinião | O Dia do Assassínio | Annie Ward | Planeta Portugal

Há sempre dois lados para a mesma história… e para cada pessoa.
Coisas que me assustam: Quando o Charlie chora. Quando o Ian bebe vodca na cave. Ou quando não acorda. Quando alguém mata miúdos numa escola.
Dezasseis anos de amor, aventura e suspeita acabam quando um telefonema histérico para o 112 pede ajuda à polícia, que se vai deparar com uma casa inundada de sangue. A agente Diane. Varga está perto e aceita a incumbência de ir à casa e atender o pedido de socorro. Quando sabe que o sargento Shipps também está a caminho, fica muito aliviada, pois não sabe o que a espera.
Quando chega à casa vê um rasto de sangue e entra. Encontra um menino de três anos, Charlie, vivo e um corpo na cave. A mãe de Charlie, Maddie, e a amiga estão cobertas de hematomas e de sangue.
Seis semanas antes do assassínio, quando fazia terapia após um acidente horrível num acampamento, Madeline Wilson aos poucos começa a revelar o medo que sente do marido, Ian, segurança privado, e a preocupação com o bem-estar do filho e a sua amizade com um operacional da CIA.
Dos Balcãs a Inglaterra, do Iraque a Manhattan e, por fim, a uma família normal no Kansas, dezasseis anos de amor, aventura e suspeita culminam em terror.

Pessoalmente, gostei bastante deste livro. A autora consegue puxar-nos para o meio da loucura que sempre foi a vida de Maddie.
Este livro e a história que nos é contada aqui  não vai deixar ninguém indiferente.
Temos uma Maddie que desde muito jovem quer explorar o mundo. Ter aventuras, conhecer novas culturas e fazer a diferença. Viver no exterior tem sido o sonho de uma vida inteira e a oportunidade de trabalhar na Europa Oriental, longe de sua família no Kansas, proporciona a Maddie uma liberdade e emoção que a deixam nas nuvens, apesar de todas as dificuldades que sabe que irá enfrentar. Contudo, uma vez que a sua melhor amiga de sempre Joanna, está apenas a uma passagem de fronteira, tudo será muito mais fácil.
Bastou uma visita, há já muito tempo esperada, a Joanna, para as coisas mudarem de rumo, irremediavelmente. Foi preciso apenas uma noite na cidade e, todo o clima da Macedónia, intoxicam os sentidos de Maddie aumentando exponencialmente a impressão que Ian, um activo do exército britânico entra no mesmo bar, tem sobre ela. Automaticamente, Maddie sente uma atracção impossível de evitar e esquecer.
Esse é o momento que muda o rumo dos acontecimentos na vida de Maddie e também de Joanna. De facto, a vida de Maddie nunca mais foi a mesma. Passa os dias com Ian no pensamento, muito embora saiba que ele tem namorada e Joanna, apesar de no inicio ter sido amiga dele, agora não o suporta por algum motivo escondido qualquer. No entanto, e com mais contras do que prós numa possível relação com Ian, Maddie não consegue esquecer aquele fogo que sente sempre que está com ele. 

Entre viagens do passado para o presente, que nos ajudam a perceber todo o caminho que as personagens percorreram e como, Maddie vai aprender a lidar com todas as desilusões que Ian lhe provoca ao longo dos anos e até, inclusive, aprender a viver com a ideia de que nunca terá Ian na sua vida, de forma permanente. No entanto, a vida de Maddie entra numa espiral de altos e baixos que a levam directamente para os braços de Ian, muitos anos depois da primeira vez que se viram. Ambos sozinhos e com os seus próprios traumas, casam-se e formam, finalmente uma família. O pequeno Charlie é o fruto desse suposto grande amor entre os dois. A amizade entre Maddie e Joanna termina por motivos óbvios para nós, leitores, mas não tão claros para Maddie, deixando-a assim sozinha apenas com Charlie e Ian quando este estava presente.
Após alguns anos de um casamento supostamente calmo e cheio de felicidade, Ian resolve retomar a actividade, Segurança Pessoal de Pessoas VIP, e começa a estar mais tempo ausente de casa, deixando Maddie sozinha com Charlie. 
É nesses momentos que ela começa a ser acompanhada por uma terapeuta pois precisa de resolver traumas do passado tanto físicos como psicológicos. Até chegar ao dia em que ocorre o assassínio na cave da casa de Maddie. 

Cria-se no leitor a sensação de que é expectável o que aconteceu e até compreensível. Conseguimos sentir que Maddie estava no seu limite e que um infortúnio do destino quis que a sua reconciliação com Joanna ficasse marcada por um acto de auto-defesa, resultando numa tragédia na sua própria casa.

Contudo, fico mesmo muito satisfeita de vos aguçar a curiosidade e dizer-vos que nem tudo o que parece é e que as pessoas conseguem ser mesmo muito, muito astutas e até falsas quando a isso se propõem.

Este foi um livro que me agarrou do início ao fim e que não me desapontou de forma alguma. Tenho de ser sincera e admitir que, embora seja a personagem principal e seja, supostamente, uma vitima, nunca fui muito com a cara da Maddie. Agora tirem as vossas conclusões, mas não deixem de ler este livro que é uma montanha russa de emoções.

15/01/2020

Rubrica | Acabado de Chegar #13 | Quem é Drin? | David Taveira | Divulgação Nacional

Este foi o mais recente livro que me chegou às mãos, vindo directamente do autor David Taveira, que me contactou para ler e opinar sobre o seu livro aqui no blogue.
Ora, como o Sinfonia existe também para isso, assim que puder vou ler e deixar aqui a minha opinião acerca desse "Quem é Drin?".

Agora perguntam-me vocês:
Quem é Drin?

De acordo com a sinopse disponibilizada no livro e na editora que o publicou, Cordel d' prata, 
No Mundo dos Conceitos todas as palavras estão vivas, têm pensamentos, emoções e intenções, no fundo, uma identidade. Um rapaz acorda sem se lembrar de quem é, e descobre-se num Universo bem diferente do habitual. Este novo Mundo não é povoado por pessoas, animais ou plantas, mas sim por conceitos.
Nesta viajem, outros conceitos decidem chamá-lo de Drin, o que procura por si próprio! Mas quem é na realidade Drin? O que significa este rapaz no novo Universo?

Uma viagem pelo ensinamento do Mundo, dele próprio e da vida. Um livro repleto de Metáforas, Desejos, Expectativas, Medos e onde todos são personagens.

Sendo assim, será com grande gosto que entrarei num mundo dos conceitos e verei como as coisas funcionam por lá ;)

Sobre o Autor
David Taveira nasceu a 13 de Outubro de 1993 e reside em Vila Nova de Gaia. Formado pela Escola Técnica Empresarial do Oeste, na vertente de Turismo, ingressa ainda no curso de Criação e Gestão de Negócio através da CEAC. Escritor compulsivo de natureza dedica-se a temas de cariz filosófico-espiritual que o inspira a projetar teorias e a uma procura constante entre a realidade e os seus incontáveis mistérios. Em 2016 fez a sua primeira publicação, no Brasil Azaris – Sem Deuses nem Reis, uma história de grandes aventuras e batalhas, erguida sobre uma teoria que defende que – sejam plantas, animais, humanos, reis ou deuses – na sua mais profunda verdade, todos os seres são iguais.

Fiquem atentos :)