20/04/2018

Divulgação | Pássaro que Voa | Claudio Hochman,

A VIDA DE 50 MIGRANTES EM LIVRO ILUSTRADO 

Numa altura em que a migração é um assunto prioritário na agenda global, a Livros Horizonte lançou Pássaro que Voa. 
Um livro para todas as idades, que apresenta o retrato de cinquenta vidas migrantes, onde se cruzam histórias reais, verosímeis, fruto da bagagem de vida do autor e da sua experiência cultural. Nas palavras de Gonçalo M. Tavares são “Cinquenta depoimentos, ficções misturadas com realidade, por vezes dura. As migrações: um dos grandes problemas actuais tratado com uma criatividade afectiva que não esquece a dureza do tema”.
Público-alvo - Crianças, pais, educadores 
ISBN - 978-972-24-1867-6 
120 páginas 
 Capa dura 
PVP s/IVA 13,77€ • PVP c/IVA 14,60€ 

Introduz às crianças um tema muito actual 
 Aposta em novos autores 
Ilustrações de uma criança de apenas 11 anos 
Conta com o apoio da Sociedade Portuguesa de Autores.

Sobre o autor - Claudio Hochman (Buenos Aires, 1958) escreve peças de teatro, adapta clássicos e encena espectáculos de todo o tipo, desde textos literários a musicais, óperas e teatro de marionetas. As suas obras viajam por muitos países europeus e latino-americanos, tendo recebido vários prémios pelo seu trabalho. O seu primeiro livro, Saudade, com ilustrações de João Vaz de Carvalho, foi publicado em Portugal e no Brasil. 
Mora em Lisboa desde 2002, onde continua a escrever, a encenar e a dar aulas de teatro a adultos e jovens.
www.claudiohochman.com 

Sobre a ilustradora - Carlota Madeira Lopes (Lisboa, 2004) estuda na Escola de Música do Conservatório Nacional onde frequenta o 8º ano. Toca violino e saxofone, é membro do Coro Infantil da Universidade de Lisboa e faz acrobacias aéreas. Dedica-se também à leitura e às artes plásticas. Desenhou a série de 51 ilustrações do Pássaro que Voa quando tinha 11 anos.

O livro já se encontra disponível nas livrarias (PVP 14,60€) ou no site da editora: https://www.livroshorizonte.pt/catalogo/passaro-que-voa/

Novidade TopSeller | Os Humanos | Matt Haig

Depois da publicação de Como Parar o Tempo, a Topseller publica o novo livro de Matt Haig — Os Humanos.

Um alien apropria-se da identidade de um génio matemático para destruir as provas de uma descoberta que poderá representar um avanço gigantesco para a Humanidade. 
Contudo, acaba por se afeiçoar aos humanos e tem uma escolha a fazer: obedecer às ordens da sua espécie ou dar uma oportunidade ao berlinde azul do Universo.

E se a terra fosse o planeta mais absurdo do universo?

O professor Andrew Martin, génio matemático, acaba de descobrir a chave para os maiores mistérios do Universo. Ninguém sabe do salto que isto representará para a Humanidade… excepto seres evoluídos de outro planeta.
Determinados a impedir que esta revelação caia nas mãos de uma espécie tão primitiva quanto os humanos, estes seres enviam um emissário para destruir as provas. E é assim que um alien intruso, completamente alheio aos costumes, chega à Terra. Rapidamente, ele descobre que os humanos são horrendos e têm hábitos ridículos — comida dentro de embalagens, corpos dentro de roupas e indiferença por trás de sorrisos… Esta espécie não faz sentido!
Durante a sua missão, sob a pele e identidade de Andrew Martin, este alien sente-se perdido e odeia todos os terráqueos. Exceto, talvez, Newton, um cão. Contudo, quanto mais se envolve com os que o rodeiam mais fica a perceber de amor, perda, família; e de repente está contagiado: será que afinal há qualquer coisa de extraordinário na imperfeição humana?

«Divertido e original. Matt Haig analisa e satiriza as nossas noções de amor, casamento, imortalidade e misericórdia, com uma elegância e astúcia cativantes.» — The Times

«O romance hilariante de Matt Haig põe a raça humana sob a lupa.» — The Guardian

Os Humanos é uma edição Topseller e os primeiros capítulos estão disponíveis aqui.

Matt Haig foi jornalista, tendo colaborado com o Guardian, o Sunday Times e o Independent. Escreveu o seu primeiro livro em 2004 e, desde então, nunca mais parou. Autor bestseller com obras para adultos e para o público mais jovem, venceu o Blue Peter Book Award, o Smarties Book Prize e foi três vezes finalista do prémio literário Carnegie Medal.
Os seus livros estão traduzidos em mais de 30 línguas. O Guardian considerou a sua escrita «deliciosamente estranha», e o New York Times tem-no como um «escritor de grande talento» capaz de narrativas «divertidas, fascinantes e arrebatadoras».

Saiba mais sobre o autor em: www.matthaig.com

NOVIDADE | Stolen Books | Desdicionário da Língua Portuguesa, de Luís Leal Miranda



Luís Leal Miranda (Torres Vedras, 1983) foi publicitário, é jornalista e ainda vai ser muitas outras coisas antes de deixar de ser o que quer que seja. O Desdicionário da Língua Portuguesa (Stolen Books | 208 pp | 13,99€ | Distribuição 20|20 Editora) é o seu primeiro Desdicionário. O Desdicionário da Língua Portuguesa surge depois de uma página de Facebook, Instagram e Tumblr chamada Novas Palavras Novas. Junta 218 palavras inventadas e 25 ilustrações de José Cardoso. É um livro pequeno, portátil, muito prático para quem vai viajar para um país estrangeiro e não tenciona ser entendido pelos seus habitantes. 

Por baixo das palavras que estão debaixo da língua, existem outras que nunca ninguém se atreveu a reunir num compêndio. São expressões necessárias para que se diga o indizível, que traduzem variantes pouco exploradas da condição humana e questionam os limites dos vocábulos que até aqui nos moldaram o pensamento. O Desdicionário da Língua Portuguesa é por isso uma obra libertadora, essencial para quem já não tem latim para gastar - até porque, sendo uma língua morta, é capaz de estar a dar voltas na tumba. Mais do que uma extensão delirante do léxico, este Desdicionário deve ser usado como adubo nos campos semânticos, para que nunca se perca a velha tradição de inventar novas palavras novas.

franfolho s. m. | Uma coisa sem nome, de forma indistinta, que só conseguimos identificar ao apontar e dizer: «É aquilo ali».
A palavra «franfolho» surgiu pela primeira vez num dicionário em 1977. Não consta nas edições de anos anteriores nem no léxico de nenhum país de expressão portuguesa. Vários estudiosos acreditam que «franfolho» surgiu de uma aposta entre lexicógrafos e há quem defenda a existência de um prémio para a primeira pessoa a detetar o intruso. Existe ainda a teoria de que o termo tenha sido incluído no dicionário depois de uma amarga derrota no Scrabble («franfolho» vale 21 pontos). A tese mais comum, no entanto, é a de que o novo vocábulo entrou no dicionário para apanhar as editoras que o andavam a copiar. «Franfolho» não é a primeira palavra inventada na língua portuguesa porque todas as palavras antes dela também foram inventadas. E não é o primeiro erro do dicionário porque já lá estava a palavra “erro”. O Desdicionário da Língua Portuguesa pretende servir de estufa para palavras sem raiz etimológica, orfanato para nomes de ascendência desconhecida ou mapa para a Atlântida dos significados. Inclui «franfolho» e outras 218 novas palavras novas que se não fossem inventadas tinham de existir.

Editorial Presença e o Dia da Mãe...


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Opinião | A minha Avó Pede Desculpa | Fredrik Backman

Elsa tem sete anos de idade, quase oito, e é diferente. Para já, tem como melhor - e única - amiga a avó de setenta e sete anos de idade, que é doida: não levemente taralhoca, mas doida varrida a sério, capaz de se pôr à varanda a tentar atingir pessoas que querem falar sobre Jesus com uma arma de paintball, ou assaltar um jardim zoológico porque a neta está triste. Todas as noites, Elsa refugia-se nas histórias da Avozinha, cujo cenário é o reino de Miamas, na Terra-de-Quase-Acordar, um reino mágico onde o normal é ser diferente.

Quando a Avozinha morre de repente e deixa uma série de cartas a pedir desculpa às pessoas que prejudicou, tem início a maior aventura de Elsa. As cartas levam-na a descobrir o que se esconde por detrás das vidas de cada um dos estranhíssimos moradores de um prédio muito especial, mas também à verdade sobre contos de fadas, reinos encantados e a forma como as escolhas do passado de uma mulher ímpar criam raízes no futuro dos que a conheceram.

A minha avó pede desculpa é uma belíssima história, contada com o mesmo sentido de humor e a mesma emoção que o romance de estreia de Fredrik Backman, o bestseller internacional Um homem chamado Ove.

Digo-vos uma coisa apenas para começar: Este livro é absolutamente delicioso! 
Se podia tê-lo lido mais depressa? Podia, mas não quis. Quis tirar o máximo proveito desta história maravilhosa que nos faz sonhar e viajar, tal e qual como os livros devem fazer.
Recebi este livro sem ter qualquer conhecimento e fiquei tão contente por ter sido uma das escolhidas para ler a cópia de avanço. Há coisas que me fazem feliz e essa foi uma delas. Desde já o meu muito obrigada à Maria João Sales e à Porto Editora pela oportunidade que me deram de ler este livro e de o dar a conhecer aos seguidores do Sinfonia.
A Minha Avó Pede Desculpa traz-nos uma menina de sete anos, quase oito, chamada Elsa. Ora, Elsa é uma criança inegavelmente dotada de uma inteligência e imaginação tremendas. Uma está, inequivocamente, ligada à outra e, tenho a certeza absoluta de que foi o facto de ter uma Avozinha tão diferente e tão louca que permitiu a Elsa libertar e fazer crescer tudo o que as crianças "normais" guardam dentro de si, para não darem nas vistas. Elsa é o contrário de uma criança normal. É perspicaz, anormalmente madura para a idade que tem, (tinha alturas que parecia que estava a ler algo dito por uma mulher adulta), vê o mundo pelos olhos de uma criança mas com grandes variantes entre o mundo real e o mundo da fantasia. Por ser alguém diferente e única, Elsa é constantemente vítima de maus tratos na escola. Os colegas não lhe dão tréguas e Elsa agarra-se a um mundo fantástico criado pela avó, há muitos anos atrás, muitos mais do que Elsa tinha conhecimento, e na união dos factos reais com a fantasia, vai levar a cabo uma missão dada pela sua avó que, apesar de toda a sua loucura em vida, só queria desculpar-se a todos aquando da sua morte.
Apesar de termos ficado sem a presença física da Avozinha muito cedo, ela está sempre presente e o seu feitio tresloucado está bem vincado e presente em todas as personagens e no seu dia-a-dia.
É tão bom ver que alguém consegue transportar-nos para um mundo de fantasia e de sonhos, embora nem tudo corra sempre bem nesse mundo, apenas com o dom da escrita. Não há um só capítulo enfadonho, ou que os dois mundos não estejam directamente relacionados e isso é simplesmente, fantástico. Não há quebras de acção, não há momentos em que nos sentimos confusos por isto ou por aquilo, não há um só capítulo decepcionante. Mas há aqueles que nos fazem rir (muito mesmo), que nos fazem pensar e que nos fazem chorar.
Elsa é incumbida de entregar a cada um dos moradores do seu prédio e da avó, uma carta em que a avó pede desculpas. Apesar de ser uma personagem mirabolante e impossível não se gostar, é também dona de um feitio terrível e de uma boca à qual costumamos dizer que não tem "filtro". Vai contra tudo e contra todos e, sabendo que vai morrer em breve, resolve pedir desculpa a todos por carta a cada um a quem fez a vida negra, mas também salvou de uma vida de solidão e tristeza. É com essas cartas que Elsa vai conhecer e aprender a gostar de cada uma das personagens a quem a avozinha tanta vez ofendeu e enfureceu.
Nisto tudo, e entre tantas personagens tão iguais nos sofrimentos, mas tão diferentes na maneira de ser, aparece um Coração de Lobo que conhece a avozinha desde pequeno e a quem foi dada a missão de proteger Elsa quando esta estivesse por sua conta, e, um animal gigantesco de pêlo sedoso e focinho macio que adora todas e quaisquer gulodices, o Wurse. Um ser da Terra do Quase Acordar que veio ao mundo real para proteger todos os habitantes deste e do outro mundo, o Prédio da Avozinha. Era o único mundo que Elsa conhecia a sério, uma vez que na escola ela apenas passava a vida a fugir e a ser chamada ao gabinete do Director.
Tirando Elsa, O Coração de Lobo e o Wurse foram as personagens que mais gostei, não falando na avó, claro, esta tem lugar cativo ;)
Logo a seguir vem Ulrika, a mãe de Elsa que, aos pouquinhos, vai-se libertando do sofrimento por não ter tido uma mãe presente, mas que estava sempre presente na vida de outras crianças mais necessitadas. Foi preciso uma morte e uma carta de desculpas para a mãe de Elsa abrir os olhos e não cair no mesmo erro em relação à filha. Também gostei imenso de Alf, o taxista mal disposto que veio a tornar-se um dos melhores amigos de Elsa e do Wurse, e que, daria a vida por ela, se preciso fosse. 
Uma lição de vida e de coragem é o que nos traz este livro de Fredrik Backman. O mundo visto e vivido por uma criança de sete anos, fã incondicional de Harry Potter e da Wikipédia e que, de repente, vê-se sem a sua melhor amiga, vê-se sem o seu apoio e sem o seu porto de abrigo. 
Verdade seja dita, que uma avó faz falta, mas uma avó como a de Elsa faz toda a diferença.
Não vou continuar a escrever, caso contrário, conto tudo e depois é uma chatice e a ideia não é essa e sim espicaçar-vos a curiosidade e a vontade de ler este livro ma.ra.vi.lho.so!!

(Este exemplar de avanço foi gentilmente cedido pela Porto Editora em troca de uma opinião sincera)

19/04/2018

Opinião | A Livraria dos Destinos | Veronica Henry

No mundo da Nightingale Books serve-se romance e a cura para um coração partido. Este é o sítio onde as melhores histórias não se encontram apenas nas páginas dos livros, mas nas vidas dos que por lá passam.
Depois da morte do pai, Emilia regressa a Peasebrook para gerir a velha livraria da família, Nightingale Books – o sonho de qualquer bibliófilo e um refúgio para os moradores desta pequena vila. Mas agora que está responsável pelo seu futuro, Emilia terá de afastar potenciais compradores, ao mesmo tempo que tenta cumprir o último desejo do pai.
Uma livraria extraordinária com pessoas extraordinárias...
Desde a mulher que a visita há anos, ao recém-divorciado que tenta reaproximar-se do filho, e ainda a tímida chef de cozinha que se apaixona na secção de culinária... há algo de magnético neste sítio. Até Emilia sente as forças da livraria a conspirarem por si quando se cruza com um homem a quem não consegue ficar indiferente.
Com todos a depender dela, conseguirá Emilia encontrar um destino feliz para a livraria e os seus leitores? No mundo da Nightingale Books serve-se romance e a cura para um coração partido. Este é o sítio onde as melhores histórias não se encontram apenas nas páginas dos livros, mas nas vidas dos que por lá passam.

Este livro é mesmo fofo! Adorei ler este livro tão suave e tão calmo. Nada de situações mirabolantes, nada de complicações, pelo menos não muitas, apesar de termos acesso a várias personagens. Este livro realmente dá-nos a conhecer pessoas fantásticas que tiveram a sorte de, algures na sua vida, terem conhecido o pai de Emilia, o fundador da Livraria Nightingale Books. Para começar, o facto de termos uma livraria como pano de fundo deste livro, por si só já é um bom motivo para gostar dele. Tenho de reconhecer que de início pareceu-me que seria algo idêntico a um outro livro que li outrora, também sobre uma moça e a sua livraria deixada em herança, mas nada disso. 
A Livraria era, de facto, um sítio mágico que, devido à morte do seu fundador, Julius Nightingale, passou para as mãos de Emília. A sua única e adorada filha, fruto de um amor louco e desvairado, mas que acabou depressa demais quando Emília nasceu.
Seria de esperar que Emília, sendo um espírito livre e aventureiro, depressa se desse conta de que não tinha qualquer aptidão para gerir uma livraria que, por negligencia do pai, encontrava-se com graves problemas financeiros.
Aos poucos vamos conhecendo todas as personagens que, por um motivo ou por outro, encontravam em Julius e na livraria um escape e um porto seguro. Fosse por serem tímidas, solitárias, incompreendidas e tantos outros motivos. Os livros e Julius bastavam para, durante alguns momentos, aquelas pessoas se sentirem integradas e fazerem parte de algo.
Bem, Emília não era exactamente como Julius, mas tinha o mesmo espírito gentil, a mesma sensibilidade com os sentimentos e com as pessoas e, o mesmo amor tanto pelos livros como pela música.
Tenho de admitir que fiquei um pouco decepcionada por Emília não ter encontrado a sua cara metade mais cedo. Achei os desenvolvimentos sempre muito lentos e, geralmente, nunca corriam como eu queria. Apesar de gostar muito de Emília, por ela ser assim um pouco cabeça no ar e dar a entender de que estava sempre em apuros, além de ser muito querida, gostei imenso de outras personagens, tais como a Thomasina e a sua ajudante gótica. Achava sempre muita piada quando o capítulo era sobre ela(s) e a forma ternurenta como estas duas personagens interagiam uma com a outra e com os restantes.
De facto, esta Livraria era a livraria dos destinos porque era aqui que se curavam grandes feridas que não eram visíveis e foi aqui que muitos destinos se alteraram, para melhor...
Apesar de não me ter arrebatado, gostei muito deste livro doce e calmo, para variar um bocadinho.
Recomendo!

Novidade Nascente | Conheça a fórmula dos finlandeses para a felicidade | Espaço Saúde e Bem-Estar

Conheça o primeiro livro publicado em Portugal sobre Sisu.

A Finlândia é o país mais feliz do mundo, segundo o Relatório da Felicidade Mundial das Nações Unidas de 2018. E por isso nada melhor do que aprender com o povo finlandês a alcançar a felicidade.
Como?
Com SISU.

Mas então o que significa a felicidade para um finlandês? Paz e tranquilidade, independência, funcionalidade e equidade são fatores que se destacam.

O Sisu é provavelmente a palavra predilecta dos finlandeses. Popularizada na década de 1920, este termo sem tradução refere-se a uma combinação de coragem, resiliência, força de carácter, tenacidade e perseverança – características que moldaram não só o destino de uma nação, mas a vida individual quotidiana dos finlandeses.
Conheça a fórmula dos finlandeses para a felicidade: «ter garra».
Este livro dá a conhecer uma palavra finlandesa sem tradução direta para nenhuma língua, e resume um modo de estar que se traduz na fórmula dos finlandeses para a felicidade.
Inclui dicas sobre o estilo de vida, a educação, a alimentação, a relação com a natureza e a forma de comunicar com os outros.

Ao cultivar o sisu na sua vida, pode:
• Enfrentar os desafios da vida com coragem e determinação;
• Melhorar o seu bem-estar e encontrar o seu rumo;
• Comunicar com confiança e resolver conflitos de forma eficaz;
• Ganhar resistência e atingir os seus objectivos físicos;
• Educar os seus filhos para serem gentis e resilientes;
• Agir de forma íntegra e lutar por aquilo em que acredita.

Sisu: A Arte Finlandesa de Viver com Coragem é uma edição Nascente  e os primeiros capítulos estão disponíveis para leitura imediata aqui.

Descubra a arte finlandesa do sisu e como cultivá-lo o pode ajudar a obter uma vida mais feliz e gratificante.
Joanna Nylund nasceu e cresceu na Finlândia, onde iniciou a sua carreira na escrita com apenas 15 anos. Estudou Literatura Inglesa no Reino Unido, onde viveu durante alguns anos. Reside actualmente em Helsínquia com o marido, colaborando com jornais e revistas finlandeses e com o portal ThisIsFinland, pertencente ao Ministério dos Negócios Estrangeiros Finlandês.

Novidade BookSmile | O Clube dos Cientistas está de regresso com novas aventuras | Espaço Infanto-Juvenil


Perigo no Floresta e A Barragem Assombrada são os dois novos volumes da colecção: O Clube dos Cientistas, pensada por Maria Francisca Macedo, desde sempre apaixonada por ciências. Com estes títulos, que aliam o gosto por livros de aventuras ao fascínio de realizar experiências cientificas, podes aprender a construir uma bússola; a fazer um tornado numa garrafa; pistolas de água; ar condicionado manual, entre outras experiências. O Clube dos Cientistas é ideal para ti!

Cada livro começa sempre com uma aventura vivida por três irmãos que só se metem em sarilhos, mas que conseguem resolver mistérios com a ajuda dos seus conhecimentos científicos. Na segunda parte surge um caderno onde estão registadas todas as experiências que os irmãos realizam ao longo da aventura, e que os leitores podem facilmente fazer em casa ou na escola, com ingredientes simples, acessíveis e seguros.

Livros para ler e aprender, em articulação com os conteúdos do 1.º e 2.º ciclos.