14/03/2018

Novidades Presença | Março, Marçagão, de manhã thriller, à tarde paixão

Romances, thrillers, livros práticos, ensaios ou histórias para ler às crianças!
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enviado a partir de 21 de Março
Anna Fox não sai à rua há dez meses, um longo período em que ela vagueou pelos quartos da sua velha casa em Nova Iorque como se fosse um fantasma, perdida nas suas memórias e aterrorizada só de pensar em sair à rua. A ligação de Anna ao mundo real é uma janela, junto à qual passa os dias a observar os vizinhos. 

Quando os Russells se mudam para a casa em frente, Anna sente-se desde logo atraída por eles - uma família perfeita de três pessoas que a fazem recordar-se da vida que já teve. Mas um dia, um grito quebra o silêncio e Anna, da sua janela, testemunha algo que ninguém deveria ter visto e terá de fazer tudo para encobrir o que presenciou. Mas mesmo que decida falar, irá alguém acreditar nela? E poderá Anna acreditar em si própria?

A Mulher à Janela é um thriller electrizante onde nada nem ninguém é o que parece. A adaptação ao cinema está a ser produzida pela FOX.

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Numa noite nebulosa de verão, onze pessoas partem de Martha´s Vineyard a bordo de um jacto privado rumo a Nova Iorque. Dezasseis minutos após a descolagem, o avião mergulha no oceano. Há apenas dois sobreviventes: Scott Burroughs, um pintor desconhecido e fracassado, e um menino de quatro anos, agora o único membro de uma poderosa família do ramo das telecomunicações. 

Ao longo de capítulos que alternam entre o rescaldo da tragédia e as histórias de vida de cada um dos passageiros e membros da tripulação, vai-se aprofundando o mistério. A riqueza e o poder de alguns dos passageiros geram as teorias mais variadas sobre a queda da aeronave. Será que tantas pessoas influentes morreram por mero acaso? Ou terá sido por vingança? Enquanto Scott se confronta com os efeitos da inevitável exposição mediática subsequente à tragédia, as autoridades tentam apurar a verdade sobre o acidente.

Do autor e produtor das séries Ossos e Fargo, Antes da Queda é um thriller apaixonante, de leitura compulsiva, que nos leva a reflectir sobre a natureza humana, o destino e os laços intrincados que nos unem uns aos outros.

Vencedor do Edgar Award e do International Thriller Writers Award para Melhor Romance de 2017.

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Disponível
Southampton, Inglaterra, setembro de 1939. A guerra estala na Europa. O Clipper da Pan American - o fabuloso e mais luxuoso hidroavião de sempre - faz o seu último voo em direção aos Estados Unidos da América. A bordo, encontram-se um aristocrata inglês, fascista assumido, e a sua família, uma princesa russa, um casal de amantes, um jovem bem-parecido, muito interessado no que não lhe pertence, artistas, homens de negócios e várias outras personagens que fogem do conflito armado e do seu próprio passado, para empreenderem uma travessia arriscada do Atlântico que lhes reserva uma tempestade de violência, intriga e traição. 

Noite Sobre as Águas é um thriller inesquecível de altíssima tensão, paixão, humor e suspense do mestre indiscutível deste género literário.

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O ritmo frenético e ruidoso de Nova Iorque não paira apenas no ar - entranha-se em nós, mexe connosco. Landon Gibson sempre foi o rapaz simpático e certinho, capaz de fazer tudo por todos - verdadeiramente altruísta. E, apesar de não querer perder a sua bondade genuína, ele apercebe-se de que tem de se defender mais a si próprio e assumir o que pretende sem se deixar intimidar. Especialmente quando tem de lidar com a sua instável ex-namorada, que tanto se mostra indiferente como lhe diz que não pode viver sem ele. E talvez mais ainda quando é confrontado com a misteriosa Nora - uma rapariga que tem pelo menos dois nomes e muitas facetas diferentes, algumas em que o quer dominar e outras que a afastam dele. Se há algum mistério no centro destas relações, Landon sabe que é o mistério de descobrir o que há de bom na vida. Ele só quer encontrar alguém que o ame. Por isso, trata-se de desejar que o campo de batalha que é namorar em Nova Iorque, não seja demasiado duro para ele.

Nothing Less é o segundo volume da história de Landon, uma das personagens de After preferidas dos leitores.


Convite | Imagem e Sucesso l Isabel Amaral l Manuel Côrte-Real


Opinião | Anatomia de um Escândalo | Sarah Vaughan | TopSeller

James Whitehouse é um bom pai, um marido dedicado e uma figura pública carismática e bem-sucedida. Um dia, é acusado de violação por uma colaboradora próxima. Sophie, a sua esposa, está convencida de que ele é inocente e procura desesperadamente proteger a sua família das mentiras que ameaçam arruinar-lhes a vida.
Será que é sempre interpretada da mesma forma?
Kate Woodcroft é a advogada de acusação. Ela sabe que no tribunal vence quem apresentar os melhores argumentos, e não necessariamente quem é inocente. Ainda assim, está certa de que James é culpado e tudo fará para o condenar.
De que lado estará a verdade?
Será James vítima de um infeliz mal-entendido ou o autor de um sórdido crime? E estará a razão do lado de Sophie ou de Kate? Este escândalo — que irá forçar Sophie a reavaliar o seu casamento e Kate a enfrentar os seus demónios — deixará marcas na vida de todos eles.

(Pode Conter Spoilers... Ou não)
Este é o livro "sensação" e sobre o qual toda a gente fala e com razão. A editora fez um excelente trabalho na sua promoção e conseguiu cativar e capturar as atenções dos leitores portugueses para este primeiro livro de Sarah Vaughn.
Para iniciar salientar o facto de que esta nova autora traz já muito conhecimento e aquele "know how" para escrever. Fá-lo de forma sucinta e simples, de modo a que um caso complexo como o de James Whitehouse seja de compreensão fácil e cativante. É um tipo de escrita que faz com que a leitura não se torne aborrecida e pesada. O facto dos capítulos serem pequenos, as transições entre personagens e as idas ao passado, ajudam-nos a perceber cada um dos envolvidos e, ajuda-nos a querer entrar na resolução deste caso.
Anatomia de um Escândalo acaba por não ser apenas sobre o processo de condenação por violação (ou não) de um homem com um alto cargo na política do país. Um homem atraente, pai de família e marido dedicado que cai nas graças do povo, principalmente o feminino. Ora, no melhor pano cai a nódoa, é o que se costuma dizer, e James, esse homem correcto e bondoso, cai na tentação e tem um caso com uma colaboradora sua. A questão é que nem sequer foi isso que acabou com a sua vida perfeita e sim a acusação de violação que Olivia, a jovem e atraente colaboradora, fez contra ele. Seria de esperar que o livro girasse todo em torno de James e essa acusação, mas, de uma forma soberba, a autora consegue dar-nos muito, muito mais das outras personagens e uma delas cativou-me bastante. Kate Woodcroft. A mulher encarregue de conseguir que James seja condenado. É uma mulher de sucesso, exigente tanto no seu trabalho como na sua vida pessoal. É divorciada e do casamento acabado não teve filhos. Nem sente falta deles. Sendo assim, dedica toda a sua vida ao seu trabalho e a tentar que os criminosos sejam, de facto, condenados. 
É certo que o livro gira todo em torno do julgamento e de tudo o que foi dito tanto por James como por Olivia. É óbvio que no meio de tantas coisas ditas, alguma coisa haveria ou de fugir à verdade ou ir de encontro a ela. Algo de que gostei muito e, gosto sempre, é de ter as perspectivas de cada uma das personagens e é o que temos aqui. James no presente e no passado enquanto ainda era apenas um universitário com desempenho académico exemplar, mas igualmente duvidoso. Temos Sophie, a esposa dedicada que, a par com ele, fez parte da vida académica e que confiava plenamente no seu marido e temos Kate, a tal advogada de feições sérias demais e com um passado que ninguém tem acesso e que, em grande parte, é responsável pelo rumo que a vida dela tomou.
Todas junta estas personagens compõem um círculo que está mais ligado do que toda a gente sequer imagina e tenho de ser sincera que, apesar de nunca ter simpatizado muito com James, tinha sempre dúvidas se de facto ele era culpado da acusação de Olivia. 
Sinceramente, acho que as pessoas que mais se destacaram neste livro foram mesmo Kate e Sophie. A primeira por ser a mulher excepcional em que conseguiu tornar-se e Sophie por ter tido sempre presente o bem estar dos filhos, perdoando e tentando seguir em frente apesar de tudo, não por ela, não por James e o seu cargo político, mas sim pelos filhos e no final fará toda a diferença.
O tema violação é sempre um tema duro, doloroso e frustrante. Geralmente, e falo no que vejo na actualidade real, são sempre as vítimas que perdem mais, mesmo que se consiga condenar o criminoso. Uma violação é algo que quebra o interior da pessoa e isso nunca mais poderá ser consertado.
No geral, acabei gostando muito deste livro e cada vez mais vou sendo seduzida por este género literário, do qual eu fugia a sete pés. Espero que venham muitos mais livros destes.

Recomendo!

13/03/2018

Novidade BookSmile | O Regresso da Maria Lua | Harriet Muncaster | Espaço Infanto-Juvenil

A Maria Lua, criada por Harriet Muncaster, é uma personagem muito caricata, meio fada por causa da mãe, meio vampira por causa do pai. Anda sempre com o seu amigo especial: o coelhinho cor de rosa que ganhou vida através da magia. Depois dos primeiros títulos: A Escola Vai Começar e Um Aniversário Mágico (Booksmile, 2017) chegam mais duas histórias muito divertidas: É tão Bom Acampar! e Uma Bailarina Especial. Com as capas com glitter e ilustrações a duas cores, esta colecção é pensada para as meninas que estão a iniciar a leitura autónoma.



Em É tão Bom Acampar! A Maria Lua e a sua família decidem ir acampar! Não há nada como acordar ao ar livre, fazer uma fogueira e brincar entre as árvores. É maravilhoso estar perto da natureza! O problema é quando o pente preferido do pai desaparece e outras coisas muito estranhas começam a acontecer. Bom, mas podes ter a certeza de que, com a Maria Lua por perto, tudo o que acontece é especial!

Em Uma Bailarina Especial, a Maria Lua vai assistir a um espectáculo de ballet e está muito entusiasmada! Mas, mesmo antes de o espectáculo começar, o Coelhinho Rosa desaparece. Oh, não! O que terá acontecido? O espectáculo não pode começar sem o seu amiguinho, mas será a Maria Lua capaz de o encontrar?

Novidade Fábula | As Coisas Maravilhosas Que Tu Vais Fazer | Emily Winfield Martin

As Coisas Maravilhosas Que Tu Vais Fazer, que esteve nos tops do New York Times durante anos, chega agora às livraras portuguesas pela mão da Fábula. Um livro maravilhoso que celebra o amor que os pais sentem pelos filhos.


​As primeiras páginas podem ser vistas aqui.

Convite: apresentação do novo livro de poesia de Alice Vieira, Olha-Me Como Quem Chove

Novidade CoolBooks | O que se cala é como se não existisse | Maria José da Silveira Núncio

Alice escolheu adiar o tempo e viver das memórias que a tesoura com desvelo, misturadas com essas outras lembranças, que ela não quer que existam e que, ainda assim, teimam em se fazer presentes, sem que Alice tenha força para lhes resistir. As memórias transportam-na do seu Alentejo natal, rude, pobre e explorado, até um bar de prostituição, em Lisboa, para, finalmente, lhe darem a paz, num apartamento antigo, onde ela se (re)constrói em fantasias em que o presente, o passado e o futuro se misturam, deixando de ter sentido ou razão de ser. Esta é uma história de violência e de medo, de sonhos e de perdas, mas também de redenção. Uma história com muitas histórias dentro, que homenageia as tantas Alices que aguentam, sempre. Que calam, sempre. Porque assim lhes ensinaram. Porque assim teria de ser. Porque, afinal, o que se cala é como se não existisse!

A AUTORA
Maria José da Silveira Núncio é doutorada em Sociologia, professora universitária, mediadora e coach familiar. Interessa-se pelas famílias, pela promoção do seu bem-estar quotidiano e acredita que a satisfação e a realização individuais e familiares são fáceis de conseguir desde que se clarifiquem metas e estratégias para as alcançar. Gosta da escrita, nas suas múltiplas facetas, pelo que tem publicada obra académica, ficcional e de auto-ajuda. Colabora regularmente com os meios de comunicação social, na qualidade de especialista na área da família. Nasceu em 1969, é casada e mãe de dois filhos.

A Alice é uma homenagem. A muitas mulheres sofridas, silenciosas, resignadas, de quem pouco se
fala. Mulheres que se querem esquecidas e que querem esquecer-se. Porque sofrem, e o sofrimento incomoda. Incomoda-as a elas, que o calam, mas incomoda-nos sobretudo a nós, que, simplesmente,
olhamos para o lado. Mulheres que beberam, ainda no leite materno, a passividade (e aqui, que me perdoe o meu muito estimado Editor, mas vou parafraseá-lo: uma passividade quase irritante). Só que esta é a passividade de quem nunca teve o privilégio da opção. E, acreditem, há MESMO quem não tenha o privilégio da opção. Mas além de ser uma mulher, a Alice é também um país, desde o Alentejo explorado, miserável e tirano que a viu nascer, onde a desonra se faz morte, que baloiça nas árvores ao amanhecer, até uma Lisboa onde a miséria se esconde em bares, de sofás de veludo gasto, em que a noite se confunde com o dia, e a solidão se amortece em bebidas baratas, que hão de acabar, escada acima, em quartos de lençóis sujos e paredes rachadas. A miséria em que os sonhos de vida se arrancam dos ventres e se despejam, transformados numa massa informe, em baldes de lata. Mas a Alice é, também, redenção. É a força das memórias que se querem fazer outras, e se querem dizer outras e que, por isso, se hão de gritar outras. A Alice é, não uma, mas muitas mulheres que me ensinaram a humildade. E ele há lá coisa mais bonita!
Maria José da Silveira Núncio

Novidade Vogais | Tudo Bem Aí Em Baixo | Dr. Oliver Gralla | Espaço Saúde

Este livro não é só para homens. Também as mulheres poderão aprender muito. Afinal, o que se passa na cabeça deles nem sempre é tão simples quanto parece.

«Pegamos nele todos os dias — nós, os homens, pelo menos. Diariamente. Várias vezes por dia. Ao longo de anos, dezenas de anos. Não se pode dizer que seja muito bonito quando está pendurado lá em baixo, adormecido e enrugado. Como um velho salsicha que desce desajeitadamente as escadas. Ou como um pepino biológico que ficou esquecido atrás das cenouras, na gaveta dos legumes, dentro do frigorífico. Mas tudo muda quando o pénis se torna uma cenoura rija. Uma boa ereção fez desde sempre mover o mundo e foi capaz de inspirar as artes, provocar guerras e iniciar e destruir relacionamentos amorosos. A minha profissão traz consigo a capacidade de garantir, dentro de limites, a magnificência e a nobreza deste belo instrumento. Já para não falar da compreensão mútua, porque é para mim surpreendente que a relação de muitos homens com a sua melhor parte oscile entre a benevolência amável e o mais completo desinteresse. Se tudo funcionar, está tudo OK. Se não funcionar, então temos um problema.» (pp. 13) 

Enquanto para as mulheres uma ida ao ginecologista já se tornou uma rotina, os homens ainda sentem alguma vergonha em consultar um especialista quando precisam de uma vistoria ao «andar de baixo». Foi a pensar neles que o Dr. Oliver Gralla escreveu Tudo Bem Aí em Baixo?, numa tentativa de combater a ignorância, prevenir experiências de auto-cura e fazer esquecer inibições. Num tom descontraído, o autor aborda assuntos como a infertilidade, a disfunção eréctil, a ejaculação precoce, os níveis de testosterona e a contracepção, explicando-os de forma clara e com bases científicas. 

Tudo Bem Aí em Baixo? não é o típico guia médico com receitas, mas sim um manual explicativo e divertido, apelando a curiosos e a todos os que não se sentem à vontade para procurar um especialista. Além de conselhos médicos, o Dr. Gralla oferece uma grande dose de humor, ao relatar uma série de episódios anedóticos passados no seu consultório.


CAPÍTULO UM
O Pénis, Esse Desconhecido
«O meu não é lá muito comprido, mas é fino que se farta…»; Porque é que o pénis é um pénis? ; O soldado com o capacete cor-de-rosa; O prepúcio e o frénulo: uma tolice; Doenças sexualmente transmissíveis; O meu pénis é uma cimitarra?

CAPÍTULO DOIS
A Próstata: A Dádiva das Segundas-feiras do Nosso Querido Deus
As alterações na micção; Quanto mais velho, melhor? As queixas relacionadas com a próstata e a idade; A síndrome de dor pélvica crónica ; O cancro da próstata.

CAPÍTULO TRÊS
A Urologia da Mulher
Don’t worry, pee happy ; Inflamações na bexiga: causas e tratamentos; O pior cenário possível: as cistites cronicamente recorrente; Evitar as inflamações da bexiga; Inflamação não há, mas as queixas continuam.

CAPÍTULO QUATRO
Querer Filhos Sem Poder Tê-los.
Causas e possibilidades terapêuticas.

CAPÍTULO CINCO
Contracepção Masculina: Tudo Igual, Tudo Diferente.

CAPÍTULO SEIS
Pendurados: Perturbações da Erecção
Pendurados por quatro motivos; Pôr de novo o carrinho a rolar

CAPÍTULO SETE
Ejaculação Precoce e o que se Pode Fazer contra Ela

CAPÍTULO OITO
Testosterona: A Super-hormona

CAPÍTULO NOVE
Coisas que em Caso Algum Pertencem aos Orifícios do Corpo

Dr. Oliver Gralla nasceu em 1972 e licenciou-se na Universidade de Bochum e Göttingen, na Alemanha. Passou um ano a fazer investigação em Harvard e exerce medicina como urologista desde 1999. Até 2007, trabalhou como especialista em medicina reprodutiva no Hospital Charité de Berlim, e recebeu a alcunha de «cegonha de Berlim», pelo trabalho realizado no âmbito da infertilidade masculina. Mudou-se depois para Colónia, onde abriu um consultório de urologia para casais, mas ainda se depara diariamente com o constrangimento generalizado dos pacientes masculinos («É a primeira vez que venho a um urologista!») e com as informações erróneas que circulam nas redes sociais.